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Um espaço para um bate-papo, novidades, dicas e aquela conversinha que toda mãe ama!
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    No fim dessa semana tem mais um feriado. E já quer programar a agendinha para curtir com os pequenos? Então lá vai dica: o Circo Irmãos Dayllon está em curta temporada na Boa Luz. Nesse fim de semana tem espetáculos com sessões às 16h da sexta-feira, sábado e domingo. O espetáculo conta com mais de 20 atrações e garante muita alegria, magia e descontração de toda a família.

    Entre as atrações, destacam-se os malabaristas, acrobatas, equilibristas, Homem-Aranha, Táxi Maluco, Globo da Morte, Pêndulo Espacial, Mr M, bailarinas, clássico aéreo e os palhaços Barriguinha e Espoleta. Comemorando quatro anos de sucesso, o Circo Irmãos Dayllon é formado por uma família tradicional de circo que já fez parte de várias companhias circenses brasileiras. O ingresso para o circo custa R$ 10. 

    Lembrando que este mês o Day Use promocional da Boa Luz está por R$ 19,90 (sexta-feira e sábado) e R$ 29,90 (domingo e feriado) e o visitante pode também se divertir mergulhando nas piscinas do parque aquático, visitando os animais no zoológico e degustando a culinária local. Mais informações através do telefone (79) 3281-4848. O hotel fazenda Boa Luz fica localizado no município de Laranjeiras que fica localizado na Rodovia BR-235, Km 16, no município de Laranjeiras (SE).

    Fica a dica!!

    Beijos


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    Com informações da Assessoria de Imprensa

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    No período que se comemora o Dia Internacional do Livro, a Biblioteca Infantil lança a programação do mês de abril com contações de histórias e homenagens as tribos indígenas. A biblioteca estará aberta todos os dias recebendo as crianças interessadas pela prática da leitura infanto-juvenil.

    Nessa quarta-feira, dia 19, Dia do Índio, comemora-se a identidade do povo indígena brasileiro e americano na história e cultura atual. Com isso, a Biblioteca fará um dia especial sobre os indígenas com o tema “A cultura indígena, suas danças e crenças com a Tribo Cariri Xocós”, a partir das 15 horas.

    Em decorrência do Dia do Livro, a Biblioteca traz novamente a dinâmica de contações de histórias. No dia 24, a contação fica por conta de Anna Souza, a partir das 15 horas, e no dia 26, a atividade será ministrada pelo Grupo Prosarte, a partir das 9 horas.

    A Biblioteca Infantil está localizada na Rua Vila Cristina, s/n, bairro Treze de Julho, em Aracaju. Mais informações e agendamentos de visitas em grupo podem ser obtidos pelo telefone (79) 3179 – 1965.

    Beijos


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    Fonte: Ascom Secult

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    É de uma conversinha entre mães que muitas vezes surgem alguns dos textos publicados aqui e lá no blog. E foi de uma conversa com a amiga Eclair Nascimento, a mãe de Ana Júlia, quase da mesma idade que a minha Beatriz, que fiquei sabendo sobre esse jogo virtual da Baleia Azul. Isso faz uma semana. Em meio ao susto que o tema me trouxe, a certeza de que precisava compartilhá-lo com outras mães, pais, avós. Depois dessa conversa, uma avalanche de notícias sobre esse assunto surgiu na mídia.

    O Blue Whale (Baleia Azul) é um jogo através de redes sociais que teria surgido na Rússia e rapidamente se espalhou pelo mundo, atraindo muitos adolescentes e jovens. Restrito a comunidades fechadas, o “jogo” propõe a seus participantes 50 desafios que precisam ser cumpridos rigorosamente, cujas tarefas precisam ser realizadas e comprovadas através de fotos e vídeos postados nesses grupos restritos. Entre esses desafios estão quase sempre tarefas arriscadas, mutilações e até mesmo a morte.

    Familiares de adolescentes que enveredaram pelo Baleia Azul relatam que o caminho desse jogo é quase sempre sem volta. Isso porque os participantes são constantemente ameaçados pelos administradores desses grupos que os desafios de que estão sendo monitorados sobre onde vivem, quem são seus familiares, sua rotina, forçando a permanência dos participantes no grupo.


    Algumas mortes de adolescentes estão sendo investigadas em alguns estados para saber se as vítimas foram estimuladas a tirarem a própria vida através do jogo virtual. Essa semana, em Santa Catarina, uma mãe conseguiu perceber a tempo as tentativas de suicídio do filho e, assim, conseguiu evitar o pior.


    A psicóloga Fernanda Dória alerta que é muito importante os pais estarem atentos aos sinais que os filhos (geralmente adolescentes que participam desses grupos) dão de que estão passando por algum problema, como um quadro depressivo. “É muito importante o acompanhamento dos pais na vida virtual dos filhos. Procurar saber o tipo de conteúdo que eles têm acesso e dar abertura para o diálogo”, orienta.


    Ela acrescenta que, geralmente, é comum esses jovens apresentarem alguns sinais de que as coisas não vão bem, como o isolamento social. Deixar de fazer atividades que antes executava com facilidade, sair com a família e amigos e ir para escola são alguns deles. A psicóloga Fernanda Dória diz que é interessante que os pais pesquisem sobre o jogo e que tentem explicar ao filho os riscos e consequências negativas em permanecer nele. “Nesse caso, um psicólogo pode auxiliar na orientação aos pais e acompanhamento da criança ou adolescente”, disse, ressaltando a importância do diálogo entre pais e filhos, para passar essa confiança aos adolescentes.



    Lembrando que, para pessoas que estão passando por algum momento de dificuldade, precisando desabafar, conversar com alguém, o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece um serviço gratuito, através do telefone. Basta ligar. Os números de Sergipe são: 0800-284 4456 - 3213-7601.


    Beijos


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    Foto: Getty Imagens

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    Uma gravidez indesejada pode levar uma mulher a atos desesperados. São abortos ilegais, recém-nascidos abandonados nas ruas ou em matagais. Pensando em amparar as gestantes que pretendem entregar seus filhos para adoção, diversos tribunais de Justiça brasileiros oferecem ações de acolhimento a grávidas. A possibilidade legal está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, artigo 13, parágrafo único).

    O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios é um dos pioneiros, que iniciou, em 2006, o Programa de Acompanhamento a Gestantes. Gerida pela Vara da Infância e da Juventude (VIJ-DF), a inciativa oferece atendimento de psicólogos e assistentes sociais, e propõe ajudar a mulher a decidir com responsabilidade e adequação, respeitando sua individualidade e intimidade.

    Espaço de escuta
    Desde que foi criado, já atendeu 407 grávidas e mães de recém-nascidos que manifestaram desejo de entregar o filho em adoção. Após o atendimento da VIJ-DF, aproximadamente 50% delas decidiram ficar com o bebê. Segundo os responsáveis pelo programa, isso acontece porque o espaço proporciona escuta para a mulher, além de oferecer acompanhamento psicoterapêutico que permite a ela refletir e construir a sua decisão, sem sofrer discriminação, pressão ou prejulgamento.

    Este mês, o programa ganhou mais um incentivo. O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, sancionou lei que obriga as unidades públicas e privadas de saúde a fixarem placas informativas em locais de fácil visualização sobre entrega legal de crianças para a adoção.

    Na mesma linha, o Tribunal de Justiça de São Paulo desenvolve o Projeto de Atenção à Gestante: Entrega Voluntária. Lançado este ano, o programa foi iniciado pelo município de São José do Rio Preto e inclui ações com a população de rua. O Tribunal de Justiça de Goiás, por meio da Divisão Psicossocial do Juizado da Infância e da Juventude de Goiânia, também faz o atendimento e o encaminhamento de gestantes e mães que manifestem interesse em entregar o filho para adoção.

    Em 2016, o Tribunal de Justiça do Espírito Santo lançou a campanha “Entrega voluntária: a acolhida de mulheres que manifestam a intenção de entregar seus bebês para adoção”. A iniciativa desenvolve um trabalho integrado com as redes de atenção e cuidado materno-infantil dos municípios e do estado.

    Alternativas seguras
    Desenvolvido pelo Núcleo de Curadoria Especial e Proteção à Família (Nuce) da 2ª Vara da Infância e Juventude do Recife, o Programa Mãe Legal iniciou suas atividades em 2009. A ação oferece às mães alternativas seguras e legais para que elas possam decidir sobre suas vidas e as de seus filhos. Até agosto de 2016, das 220 mulheres atendidas pelo projeto desde o início de sua vigência, 62% delas desistiram de entregar o bebê. Contextualmente, 84% das atendidas tem outros filhos e 92% não conviviam com o genitor da criança.

    Em 2015, o Núcleo de Apoio Especializado à Criança e ao Adolescente da Comarca de Londrina, no Paraná, por meio de iniciativa de psicólogos e assistentes sociais, lançou uma iniciativa para facilitar o entendimento da forma correta de entrega de bebês e fazer o acompanhamento da genitora, evitando encaminhamentos ilegais ou que incorram em criminalização e situações de maior risco à criança.

    Desde então, o Projeto Entrega Legal orienta a população e os profissionais que atuam na rede de proteção à criança e ao adolescente, especialmente às gestantes que pretendem entregar seus filhos à adoção.

    Cadastro Nacional de Adoção
    No ano passado, foram adotadas 1.226 crianças e adolescentes em todo o país por meio do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), coordenado pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os estados com maior número de adoções foram Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Minas Gerais. O número pode ser ainda maior, já que há possibilidade de atraso na comunicação das adoções realizadas ano passado. Hoje, de acordo com o CNA, há 7.158 crianças aptas à adoção e 38 mil interessadas em adotar.

    Lançado em 2008, o CNA é uma ferramenta digital que auxilia os juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos procedimentos dos processos de adoção. Ao assumir a Corregedoria Nacional de Justiça, o ministro João Otávio Noronha determinou que fosse realizado, por um grupo de trabalho, um levantamento das condições do sistema, identificação dos principais problemas e posterior reformulação do cadastro. Além do CNA, o grupo – instalado pela Portaria n. 36/2016 – também vai avaliar possíveis mudanças relativas ao Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL) e propor melhorias. Ao longo do ano, a Corregedoria vai promover workshops em diversas regiões do Brasil com todo o sistema de Justiça para debater alterações no cadastro.

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    Fonte: CNJ

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    A Casa da Gambiarra, versão pocket da Feirinha da Gambiarra, será realizada neste final de semana em Aracaju e traz como tema o circo. '“Realizamos, no final do ano, a primeira edição da Casa que foi muito prestigiada pelo público. Retomamos esse projeto agora em um local diferente, perto da praia, e bem bacana" explica uma das organizadoras e idealizadoras, Isabele Ribeiro.

    O evento acontece nos dias 29 e 30 de abril, das 14h às 22h, no Cartola Complexo Esportivo, na Rua Francisco Rabelo Leite Neto, número 709, no bairro Atalaia. Serão 25 expositores diferentes entre gastronomia, decoração, vestuário e acessórios, nos dois dias de evento. Os produtos são variados e criativos. Cadernos feitos à mão, plantinhas, itens de decoração, acessórios e roupas, além dos expositores de alimentação. a organização ainda reservou uma área para crianças com pipoca, algodão doce e brinquedos, e uma exposição de carros antigos.

    A entrada para aproveitar a programação ao ar livre custa R$5. Será um momento de boa música, números de mágica e palhaçaria, além de excelentes opções na gastronomia. “A ideia é proporcionar um momento de diversão para todo tipo de público. Nossa sugestão, inclusive, é que o público venha a caráter para participar do concurso de fantasia que vamos promover. A mais criativa leva para casa uma sacola recheada de produtos de todos os expositores da Gambiarra”, diz a organizadora Úrsula Freitas.

    Mais informações através do e-mail: producao.gambiarra@gmail.com ou do telefone 79 99146-6806 (Isabele)


    Sábado, 29/04
    15h- Show Mágico Pedro Guaraná
    17:30h- Relicaryo (part. Bruno Daza) 
    19:30h- Julico (The Baggios)

    Domingo, 30/04
    15h- Show Mágico Pedro Guaraná
    17:30h – Crav&Rosa 
    19:30h- Chorinho Brasileiríssimo

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    O Dia das Mães e a Semana da Literatura Sergipana são algumas das datas que irão compor a programação do mês de maio da Biblioteca Infantil (Biafa). Sempre preocupada em incentivar a leitura às crianças, a Biblioteca oferece atividades diversificadas, com participação de escritores e convidados.


    A tradicional “Teia Literária”, abre a programação com a apresentar de Fábulas que Encantam, entre os dias 02 e 10, em dois horários, as 09h e 15horas. Já o dia 11, será dedicado a homenagear todas as mamães no evento “Amáveis e Adoráveis”, com a apresentação musical de coral, violinos e grupo de dança do Colégio Ômega.

    O cronograma de atividades segue no dia 18 de maio com o encontro com a autora, Izabel Cristina, escritora do livro “Contos de Minervina”. Entre os dias 15 e 19 as atividades da Biblioteca se voltam para a “Semana da Literatura Sergipana”, com mediação de leitura. O mês encerra com o projeto “Era uma vez...Histórias da Zum Zum”, que acontece entre os dias 22 a 26 também em dois horários, às 09 e 15 horas.

    Todas as atividades são abertas ao público. A Biblioteca Infantil está localizada na Rua Vila Cristina, s/n, bairro Treze de Julho, em Aracaju. Mais informações e agendamentos de visitas em grupo podem ser obtidos pelo telefone (79) 3179 – 1965.


    Programação:

    2 a 10 de Maio – Teia Literária (Fábulas que Encantam)
    Horário: 9 e 15 horas

    11 de Maio – “ Amáveis e Adoráveis” apresentação musical com Coral, Violinos e Grupo de Dança do Colégio Ômega. Homenagens as Mães.
    Horário: 15 horas

    18 de maio – Encontro com a autora Izabel Cristina, escritora do Livro “Contos de Minervina”
    Horário: 9 horas

    15 a 19 de Maio – Semana da Literatura Sergipana – Mediação de Leitura
    Horário: 09 e 15 horas

    22 a 26 de Maio – Era uma vez...Histórias da Zum Zum
    Horário: 09 e 15 horas

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    Diz o ditado, que “a palavra convence, mas o exemplo arrasta”. Pensando dessa forma, há muito o que se refletir sobre o que temos falado e o que temos feito, no que se refere à alimentação e hábitos saudáveis. Dados divulgados recentemente da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, mostram que, na última década, a obesidade entre os adultos cresceu 60%. Isso significa que, no ano passado, 18,9% da população brasileira era considerada obesa.

    Nesse mesmo período, o excesso de peso aumentou 26,3%, o que corresponde dizer que mais da metade da população adulta no país estava acima do peso recomendado, no ano de 2016. Se isso está acontecendo com os adultos, há de se perguntar que exemplo estamos dando para as crianças. Mais ainda: como gente grande e responsável por esses pequenos, que tipo de alimentação temos oferecido a eles?


    Esse crescimento do excesso de peso e da obesidade entre a população é preocupante, pois as crianças, normalmente, aprendem maus hábitos alimentares com os adultos, especialmente com pais e mães. Embora o Vigitel não pesquise esses hábitos entre as crianças, a última pesquisa disponível com esse tema, realizada através da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, acende a luz vermelha de alerta. Pouco mais de 16% de meninos com idade entre 5 e 9 anos estavam obesos, índice que chega a 11,8% entre as meninas nessa mesma idade, segundo dados da pesquisa referente aos anos 2008/2009.

    Além do “mau exemplo” dado pelos pais, outro fator que contribui para que as crianças e adolescentes consumam alimentos que colaboram para o excesso de peso é o bombardeio de propagandas. Sempre muito atrativa, colorida, usando personagens animados que fazem parte do universo infanto-juvenil e vendendo de alimentos práticos nesse dia a dia sempre corrido, essas propagandas cativam.


    Mas, será possível fugir disso? Sim! Com uma mudança de hábitos em família, gradativa, é possível alcançar bons resultados. Num passo de formiguinha, semana passada comecei a fazer essas pequenas mudanças na alimentação aqui em casa para envolver as meninas. O ideal era que tivesse sido desde ela bem pequenininhas. Mas nunca é tarde, não é?


    Algumas dicas para iniciar essa mudança:


    - Evite consumir refrigerante em casa, assim evita ter que oferecer às crianças;


    - Reduza também o consumo de sucos. Mesmo os naturais possuem muitas calorias. Dê preferência ao consumo de frutas in natura. Deixe-as sempre ao alcance das crianças;


    - Procure, na medida do possível, fazer as refeições em família e, de preferência sem TV ligada ou celular, para evitar a distração na hora da alimentação e até mesmo o consumo de alimentos desnecessariamente;


    - Varie no prato e procure colocar alimentos saudáveis de forma atrativa, para atrair a atenção delas para o consumo;



    - Ofereça alternativas aos lanches industrializados. Ao invés de doces, substitua por frutas; bolinhos prontos, pelos feitos em casa; bolachas de supermercado, por biscoitos feitos em casa. Numa rápida pesquisa na internet é possível encontrar receitas saudáveis e fáceis de fazer, inclusive com a ajuda delas.


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    A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços aprovou proposta que obriga shoppings e hipermercados a disponibilizar, sem cobrança de taxa, área de lazer com brinquedos para o público infantil de até sete anos de idade.

    Ficam fora da regra os estabelecimentos de pequeno porte, ou seja, shoppings com até 19.999 metros quadrados e supermercados com menos de 6 mil metros quadrados. A regra também não vale para hipermercados localizados em shopping centers que já ofereçam o espaço infantil.

    Conforme o texto, ao menos um profissional habilitado deverá prestar assistência a cada grupo de até dez crianças, inclusive aquelas com deficiência. O chamado “espaço kids” ficará aberto das 8 às 21 horas, nos dias de atendimento ao público.

    Exceções
    O texto aprovado é o substitutivo apresentado pelo deputado Aureo (SD-RJ) ao Projeto de Lei 4906/16, do deputado Alfredo Nascimento (PR-AM), que trata da obrigatoriedade.

    O substitutivo apenas excetua os pequenos shoppings e supermercados da regra. “Para shoppings e mercados menores, o custo de oportunidade do espaço perdido é maior, podendo gerar um impacto desproporcionalmente elevado sobre o negócio”, argumentou o relator.

    Oportunidade lucrativa
    Por outro lado, Aureo observou que a proposta é uma oportunidade quando se considera que a falta de tempo é uma constante da vida contemporânea.

    “As famílias estão ficando menores, o que torna mais difícil para os pais contarem com pessoas de sua confiança para cuidar de seus filhos enquanto realizam as várias atividades diárias. Isso se torna particularmente complicado no momento de ir às compras em shoppings e hipermercados”, afirmou.

    Na avaliação do relator, a obrigação pode se tornar lucrativa para os estabelecimentos comerciais, uma vez que o cliente poderá fazer suas compras com mais tranquilidade.

    Tramitação
    A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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    Fonte: Agência Câmara Notícias


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    Semana passada, Sergipe sentiu, enfim, o gostinho de chuva nesse outono. Junto com ela não veio apenas um alívio – por menor que seja! – nas altas temperaturas. Essa mudança de tempo ocorrida nessa estação acaba aumentado a incidência de infecções, principalmente em crianças. É tosse pra cá, nariz escorrendo pra lá, uma molezinha aqui, uma febrinha ali... A gente sabe muito bem como é!

    A pediatra Kércia Alcântara revela que isso acaba ocorrendo porque as pessoas ficam muito mais em lugares fechados e mais aglomeradas. Nas escolas, as crianças ficam em salas fechadas, assim como em casa! Vão mais aos shoppings, ficam mais na parte interna dos restaurantes e muitas vezes não há circulação de ar adequada devido à quantidade de pessoas no local.


    “Tudo leva ao aumento da circulação de bactérias e vírus entre as pessoas. Se uma criança da sala adoece, caso esteja abafado ou mesmo em uso de ar condicionado, as outras crianças também podem adoecer”, disse a pediatra. Além disso, alertou ela, o ar mais frio e seco pode provocar o broncoespasmo, com edema das vias aéreas (brônquios) e o temido chiado no peito.

    A médica revela que a temperatura baixa faz com que o nosso corpo produza mais secreção em vias aéreas para lubrificar. “Daí a importância de todos se vacinarem contra a gripe e evitar que mais vírus se disseminem”, ressaltou Kércia Alcântara. Até essa semana, pouco mais de 10% da população alvo da campanha tinha sido vacinada em Aracaju. Se você ainda não vacinou sua criança (maior de 6 meses a menor de 5 anos), ou se é gestante ou puérpera (até 45 dias após o parto) e ainda não foi tomar sua dose, anote aí: no próximo dia 13 será realizado o dia “D” de mobilização e, na data, todas as unidades estarão aplicando a vacina das 8h às 17h.


    Alguns cuidados que se deve ter com as crianças nesse período:


    - Confira se o cartão de vacinas está atualizado.

    - Lave bem as mãos sempre.

    - Se o seu pequeno está doente, espere que melhore para retornar à escola.

    - Mantenha os ambientes bem ventilados.

    - Evite bichinhos de pelúcia, almofadas, livros e tapetes de lã nos quartos.

    - Evite contato com pessoas doentes.

    - Prefira passeios ao ar livre do que em ambientes fechados.


    - Evite proximidade com fumantes.


    Beijos


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    Dia das Mães chegando e a gente vai entrando no clima com tanta homenagem, presentinho... E alguém aí acha ruim? Que nada!!! A gente ama. Eu pelo menos amo de paixão. E nesses dias que antecedem o nosso dia fui presenteada pelo Salão Democrata com uma tarde de beleza. Ai, gente, maravilhosa!

    Aproveitei esse tempinho de cuidados especiais junto com a Kércia Alcântara, do Pequenos Sergipanos, e a Carol Portugal, do Tudo de Mães. Afinal de contas, nessa vida corrida que a gente vive, se desdobrando pra dar conta de casa, filhos, trabalho, nem sempre sobra um tempinho para cuidar da gente e da beleza.

    Lá fomos muito bem tratadas por toda equipe Democrata, recepcionadas por expert Caio Abreu e as meninas, entre elas Rosane Santos e Tereza, que capricharam no cabelo, maquiagem e unhas. A tarde teve ainda um bate papo legal sobre esse tempinho que nós mamães precisamos dar a nós mesmas para cuidar da nossa beleza. Afinal, é uma forma de cuidar do nosso próprio bem-estar e autoestima. E a tarde teve também direito a muitos mimos dos parceiros do evento, como a Lowell Cosméticos, Paraíso das Flores e a Divino Geladin.




    E para você que ainda está sem saber como presentear a mamãe dou uma dica. Que tal uma sessão de beleza lá no Democrata? Além de linda, ela vai ser muito bem tratada. Nesse sábado, véspera do Dia das Mães, o salão terá promoções e brindes para as mamães. Aproveita e dá uma passada nos salões localizados na Nova Saneamento (vizinho à pizzaria Paulistinha) e no Extra!


    Confira nos clicks de Bruno Brito como foi nossa tarde.


    Beijos


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    Voltar ao trabalho depois da licença-maternidade é um dilema que praticamente toda mãe passa por ele. Ouso até dizer que essa preocupação começa a ocupar a cabeça de nós, mães, antes mesmo de o bebê nascer. Que rumo dar à vida profissional depois da maternidade? Como conciliar filhos e carreira? Vou conseguir dar conta de tudo? Continuarei sendo tão capaz quanto antes? Será que darei atenção suficiente a meu filho? Quem nunca fez esses questionamentos? Em meio a esses dilemas, muitas mulheres têm optado pelo trabalho em casa após a chegada dos filhos.

    Maior flexibilidade de horários para dar atenção aos filhos e ter mais tempo para a família, mas sem abrir mão da carreira, é um dos principais motivos para essa decisão. Uma pesquisa realizada traçou o perfil da mulher empreendedora no país. O levantamento feito pela Rede Mulher Empreendedora apontou que a maioria das mulheres que empreende é casada, tem entre 30 a 39 anos e esse desejo de empreender vem não apenas pelo retorno financeiro, mas também pela vontade de mudar o mundo.


    Após ouvir cerca de 1.400 participantes, a pesquisa detectou que 75% das entrevistadas começaram a empreender após a maternidade. “Esse é um resultado bastante expressivo. Na classe C essa porcentagem aumenta para 83%. Dentre os principais motivos estão a flexibilidade de horário, trabalhar com o que gostam e realizar sonho”, revelou Cláudia Soledade, embaixadora da Rede Mulher Empreendedora em Sergipe.

    Letícia e sua família: sonho de empreender hoje é realidade
    Antes de ser mãe, a hoje artesã Letícia Félix Tavares até pensava em ter seu próprio negócio, mas era apenas um sonho. Nada a ver com a profissão de professora de inglês que exercia. Foi depois da maternidade que esse desejo começou a tomar corpo. “A ideia de ter meu próprio negócio surgiu com a minha vontade de ser mãe em tempo integral. Depois da chegada da minha filha do meio, eu percebi que não havia ninguém melhor para ficar, cuidar, educar os meus filhos do que eu mesma. Então decidi sair do meu emprego e me dedicar totalmente a eles”, contou. Mas no meio desse caminho ela se descobriu grávida do terceiro filho, que não estava nos seus planos. “Sem a minha renda e mais um bebê chegando as finanças começaram a apertar. Vi que havia nas redes sociais mulheres que vendiam seus artesanatos. Foi aí que resolvi fazer o mesmo, então comecei a divulgar meu trabalho”, disse.


    O incentivo do marido e de algumas pessoas da família foi impulsionando, ela foi ganhando seguidores, que se transformaram em mais e mais encomendas de suas peças artesanais e de costura. “Peguei o gosto pela coisa. Ficava tão feliz quando recebia encomenda de gente desconhecida que tinha visto meu trabalho numa rede social ou numa feira”, relatou. Letícia gostou tanto do resultado que começou a profissionalizar o negício, criando um nome comercial. E assim surgiu a Costuradamente, ou Costura da Mente. “Mãe de 3 filhos com diferença de idade muito próximas você pode imaginar o porquê do nome, né?!”, disse a mãe de Theo, Nalu e Otto.

    Viviane depois da maternidade realizou o desejo de empreender
    Por muitos anos, Viviane Lima Ribeiro também trabalhou fora de casa. Hoje, suas atividades profissionais são feitas todas em casa. O desejo de empreender e trabalhar para ela mesmo, que surgiu assim que ela engravidou, pode ser concretizado quando a filha Vivian, hoje com 7 anos, estava com 5. “Sempre senti necessidade de trabalhar em casa. Quando engravidei, procurei aprender algo que eu pudesse fazer em casa. Comecei a arte em biscuit. Agora estou trabalhando com modelagem em chocolates e design de bolos. Meu sonho sempre foi trabalhar em casa para tomar conta da minha filha”, disse.

    Como conciliar

    Mas quem pensa que trabalhar em casa é moleza, fazer as coisas quando quer e quando der, engana-se! É preciso muita disciplina para que esse homeoffice dê certo. Viviane conta que trabalhar em casa exige muito, pois é preciso muita organização do tempo, para saber administrar o tempo para dedicar à atividade profissional, aos cuidados da casa e cuidado com filhos. “Tento trabalhar em horário comercial. É difícil, pois às vezes varo a noite, mas consigo. É difícil conciliar os serviços de casa com o trabalho, mas a melhor coisa é fazer meu tempo, trabalhar no meu horário, cuidar da filha sem pressão e os compromissos que o trabalho fora de casa traz”, avaliou, lembrando que por trabalhar em casa pode ter tranquilidade de, por exemplo, ir levar a filha ao médico quando precisa.


    Com três filhos e sem uma pessoa para ajudar a cuidar da casa, Letícia Félix também tenta administrar da melhor forma. “Além de cuidar da molecada, tenho que fazer todo o serviço que uma casa e uma família exige. Por isso me dedico ao trabalho apenas à noite. Amo me dedicar aos meus filhos, meu lar e meu marido durante o dia e poder ‘relaxar’ trabalhando a noite! Sim, eu relaxo trabalhando”, disse.


    Dificuldades

    Além do aporte financeiro, conciliar família e trabalho, principalmente aquelas que não têm com quem deixar os filhos, são as principais dificuldades encontradas pelas mulheres que decidem empreender. A embaixadora da Rede Mulher Empreendedoras cita alguns cuidados que a mulher deve observar para não misturar as atribuições profissionais e maternas. “É necessário que saibamos administrar bem o nosso tempo, determinando os horários para cada papel, conciliando as atividades e buscando ajuda. Ter foco no negócio requer disciplina e claro importante buscarmos o equilíbrio em tudo que fizermos”, orienta.


    Para que esse empreendimento seja bem-sucedido, Cláudia Soledade dá algumas orientações às mães que querem empreender. Uma delas é buscar atividades que já tenha talento para elas e que já saiba como fazer. “É possível transformar nosso talento e termos retorno financeiro”, disse. Ao decidir empreender, é preciso buscar redes de apoio, como o Serviço de Apoio à Micro Empresa (Sebrae), para orientação dos caminhos a percorrer. Cursos específicos na área e de gestão de um negócio, que também é possível encontrar em outras instituições como Senai e Senac, e rede de relacionamentos para que a mulher possa apresentar seu negócio e fazer networking, a exemplo da Rede Mulher Empreendedora, que oferece apoio mútuo e suporte para empreender, também são muito importantes. O contato com a Rede pode ser feito através do site www.rme.net.br ou pelo Facebook Rede Mulher Empreendedora.


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     Mães de crianças em atendimento no Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS) foram homenageadas pelo Dia das Mães. Nesta terça-feira, dia 16, uma comemoração simbólica reuniu as mães de crianças com microcefalia atendidas na Unidade de Reabilitação do hospital.

    A iniciativa, que contempla 23 mães, é parte do projeto Acolhendo com Amor, organizado por uma equipe que envolve fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. De acordo com a fisioterapeuta Tainã Klinger, uma das responsáveis pelo projeto, a finalidade é acolher, apoiar e orientar essas famílias.

    “O Acolhendo com Amor tem o grande propósito de acolher a família como um todo. Essa homenagem que estamos fazendo hoje é para essas mães, que passam por tantas dificuldades e, mesmo assim, a gente consegue enxergar em cada uma como o amor é capaz de superar tudo”, comenta a fisioterapeuta.

    Uma das mães homenageadas foi Joelma Marques, que percorre pouco mais de 130km do município de Tobias Barreto até Aracaju para trazer seu filho até o Hospital Universitário. “Assim como todos os dias, esse é um dia muito especial para a gente. A microcefalia não é o fim, é um desafio que a gente enfrenta com muito amor”, diz a dona de casa.
    Tainã Klinger: objetivo é acolher, apoiar e orientar essas famílias
    As mamães das crianças com microcefalia participaram de rodas de conversa, dinâmicas de grupo e receberam lanches e presentes doados por parceiros do HU.

    Pediatria
    Já no internamento da Pediatria, a comemoração foi com um dia de beleza. As mães das crianças internadas tiveram acesso a serviços como corte de cabelo, manicure e pedicure e maquiagem. Voluntários da Fundação Municipal de Formação Para o Trabalho de Aracaju (Fundat) estiveram no HU para embelezar ainda mais as mães.

    Uma equipe multidisciplinar do hospital foi a responsável por viabilizar o evento, inclusive arrecadando brindes que fizeram a alegria das mães presenteadas, conforme conta o psicólogo do HU-UFS, Jackson Gama.

    “Esse momento busca minimizar o sofrimento dessas mães que estão com suas crianças hospitalizadas, além de resgatar a autoestima e homenageá-las por uma data tão especial”, resumiu.

    A iniciativa contou com distribuição de porta-retratos com fotos tiradas após a sessão de embelezamento, distribuição de poemas e de toalhas bordadas. “Fiquei muito feliz, não esperava por essa surpresa, estou me sentindo bem melhor agora, bem cuidada”, declarou a mamãe Ana Benigno, que é dona de casa e está com a sua filha internada há mais de dez dias no HU.

    Também para lembrar o Dia das Mães, no Laboratório do HU-UFS as mães foram surpreendidas com a distribuição de lanches em caixinhas personalizadas.

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    Fonte: Ascom HU/UFS

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    Pezinho mini da minha Beatriz, fazendo o Teste do Pezinho
    Com a sensibilidade à flor da pele depois de dar à luz, sei bem como dói no coração levar o bebê para fazer o Teste do Pezinho. Passei por isso duas vezes! Aquela coisinha pequena, tão frágil ter o calcanharzinho furado para tirar sangue o suficiente para preencher a cartelinha é de arrancar lágrimas não só do bebê, mas da gente também. Mas não há como fugir: fazer o exame no bebê é fundamental, para que sejam detectadas, o quanto antes, doenças metabólicas, genéticas e infecciosas nos recém-nascidos.

    Através do exame, é possível detectar doenças como fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme, hiperplasia adrenal congênita, fibrose cística e deficiência de biotinidase, entre outras. Embora seja realizado na rede privada, o Teste do Pezinho pode ser feito gratuitamente nas unidades de saúde da rede pública. Em Aracaju, por exemplo, 22 postos de saúde realizam a coleta do sangue para a realização do exame.


    O Teste do Pezinho, preferencialmente, deve ser realizado entre o terceiro e o quinto dia de vida do bebê ou até um mês do nascimento, embora não seja o ideal, pois retarda também o início do tratamento de alguma doença que venha a ser detectada, reduzindo as chances de sequelas. A análise do sangue colhido do pezinho do bebê é feita no Hospital Universitário (HU) e o resultado demora, em média, 90 dias para ficar pronto. Caso dê alterado o resultado, a família é imediatamente informada, para que dê início ao tratamento do bebê.



    No entanto, apesar de ser feito gratuitamente, a quantidade de exames feitos na capital sergipana está abaixo do esperado, baseado na quantidade de nascimentos. Através de nota divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde, a coordenadora do programa Saúde da Criança, do Adolescente e do Jovem, Rita Bitencourt, alertou que, nos quatro primeiros meses desse ano, apenas foram feitos 2.138 Testes do Pezinho. Número baixo, levando-se em conta que, mensalmente, nascem cerca de 900 bebês em Aracaju. Por isso é importante que, ainda durante o pré-natal, a mamãe seja informada sobre a importância, quando, onde e como é feito o Teste do Pezinho. Afinal de contas, para nós, mães, o que importa é a saúde de nossos pequenos.


    Beijos


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    Nesse sábado, dia 3, tem um super programa pra começar o final de semana da criançada. E tenho certeza que toda família vai curtir. O espetáculo “A Fantástica Fábrica de Brinquedos” será apresentado no palco do Teatro Tobias Barreto, às 17 horas.



    Com texto e direção de Jorge Lins e Luan Belushi, o espetáculo conta a história do velho Antenor, um inventor de brinquedos. Em sua fábrica, ele dá vida às suas criações, mas tem uma feiticeira que, por achar que era o único brinquedo feio do local e que não foi feita com capricho, joga uma praga para que as crianças não possam brincar com os outros brinquedos. Até que ele descobre que tudo não passou de um sonho e... aí não vou contar o final, né?
    Elenco do espetáculo que sobe ao palco nesse sábado
    Jorge Lins adianta que é um espetáculo para toda família, recheado por lindas lições e muita música. O espetáculo tem uma hora de duração e conta com um elenco formado por crianças que participaram da Oficina de Atores do Grupo Raízes e também alguns adolescentes. Os ingressos estão sendo vendidos antecipadamente na bilheteria do teatro por preço promocional de R$ 30 para crianças e adultos.


    O Grupo Raízes tem um histórico de excelentes espetáculos tanto para o público adulto como infantil. Ótima oportunidade de prestigiar o teatro sergipano. Tenho certeza que você e as crianças vão amar!


    Beijos


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    No período junino cresce o alerta para os cuidados contra lesões por queimaduras. Essa é a época do ano em que as pessoas costumam acender fogueiras e soltar fogos, o que eleva o risco de acidentes. Aqui no estado, o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), unidade da Rede Estadual de Saúde que é referência em atendimentos de média e alta complexidade, conta com um setor especializado no atendimento a vítimas de queimaduras.



    A Unidade de Terapia de Queimados (UTQ) do Huse funciona 24 horas, com 14 leitos. Ao dar entrada na unidade, os pacientes são acompanhados por uma equipe multidisciplinar e, a depender da necessidade, recebem cuidados de cirurgiões plásticos, enfermeiros, clínicos e pediatras. Somente em junho do ano passado, 86 pessoas foram atendidas vítimas de queimaduras, a maioria por fogo de artifício.

    De acordo com a cirurgiã plástica Moema Santana, coordenadora da Cirurgia Plástica do Huse, em caso de queimaduras, algumas medidas iniciais devem ser tomadas para evitar que o ferimento piore. “De imediato, a pessoa deve colocar a área queimada embaixo de água corrente por aproximadamente entre cinco ou dez minutos para que saia qualquer sujeira ou fuligem. É extremamente importante que isso seja feito assim que se sofreu a queimadura para evitar mais prejuízos ao paciente”, disse a cirurgiã plástica.

    Em muitos casos as pessoas insistem colocar produtos caseiros sobre o ferimento. Como a pele está muito exposta devido à queimadura, o uso desses produtos pode agravar ainda mais a situação do paciente. “Muita gente passa pomada ou pasta d’água e isso deve ser evitado. Esses produtos podem agravar ainda mais a queimadura. Para os médicos é muito difícil remover este material para o início do processo cicatrização. O melhor a ser feito é lavar com água, envolver a região ferida com pano seco e limpo e trazer a pessoa imediatamente para o pronto-socorro”, destacou Moema Santana.

    Outro caso que preocupa bastante nesta época do ano é a amputação de membros por explosões de fogos de artifício. Somente em junho do ano passado, das 86 pessoas atendidas, aproximadamente 20% tiveram partes da mão amputadas por conta desses acidentes. Moema Santana ressalta que em situações como essa a calma deve prevalecer para que os primeiros socorros sejam iniciados. “Imediatamente essa parte do corpo deve ser lavada com água em abundância, retirando o máximo de pólvora que se conseguir. Isto deve ser feito porque a pólvora, mesmo após algum tempo, continua reagindo e queimando o paciente. Se isso for feito de imediato, vai garantir que a queimadura não se agrave no caminho para o pronto socorro”, ressaltou a cirurgiã plástica.

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    Fonte: Ascom SES

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    A partir de julho, a Biblioteca Infantil inicia o projeto “Aprender & Capacitar” criado o com o objetivo de oferecer oficinas para professores, gestores de bibliotecas e espaços públicos, além de pessoas que trabalham diretamente com o público infantil. Os cursos buscam dinamizar atividades de incentivo à leitura através da contação de histórias, mediação de leitura, confecção de bonecos de fantoche, organização e formação de acervos entre outras atividades.


    “Sempre tivemos a prática de realizar oficinas esporádicas na Biafa, e a pedido de algumas pessoas da comunidade, estamos retomando estas atividades através de um projeto maior. Isso porque, entendemos que uma das funções da biblioteca é oferecer os serviços que atraiam a comunidade, e a capacitação é um deles, tanto quando é voltado para crianças, quanto para os adultos que trabalham com crianças”, explicou a diretora da Biafa, Cláudia Stocker.

    Neste primeiro mês serão oferecidas as oficinas de “Decoração com E.V.A  para espaços lúdicos”, “Contar histórias”, “Confecção de Fantoches com Meia” e “A contação de histórias para bebês e gestantes”. A participação nas atividades será mediante a Inscrição Solidária, sendo que em cada edição é solicitado à doação de algum material útil para o acervo da Biafa, a exemplo de brinquedos, tecidos de chita, lápis de cor, livros infantis, entre outros.

    Ainda segundo a diretora, outros temas estão previstos para serem oferecidos pelo projeto nos próximos meses, como “Dinamização de bibliotecas e espaços culturais”, “Mediação de leitura como recurso incentivador” e “Confecção de bonecos com jornal”.  As oficinas temáticas disponibilizam de 15 a 20 vagas, com carga horária de 04 horas-aula, realizadas sempre aos sábados, tendo como ministrantes profissionais da área de educação, biblioteconomia, entre outros.

    As inscrições para as atividades de julho já estão abertas, e devem ser realizadas on-line através do preenchimento de formulário no Facebook da Biblioteca: https://www.facebook.com/bibliotecapublicainfantil. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (79) 3179-1965, pelo e-mail biafa@cultura.se.gov.br ou na sede da Biafa  localizada na Rua Dr. Leonardo Leite SN – 13 de JULHO – Aracaju-Sergipe (Prox. Ao Ginásio Constâncio Vieira). Confira as oficinas agendadas:

    CRONOGRAMA DE JULHO

    08 de julho (Sábado)
    Decoração com E.V.A para espaços lúdicos
    Facilitador: Matheus Luamm (Artesão e Estudante de Letras)
    Horário: 8h as 12h (Certificado 4 horas)
    Inscrição: um brinquedo novo

    15 de Julho (Sábado)
    Contar histórias – encantar e incentivar a leitura
    Facilitadoras: Claudia Stocker (Bibliotecária) e Sonia Kerner (Pedagoga)
    Horário: 8h as 12h (Certificado 4 horas)
    Inscrição: 2 metros de tecido Chita

    22 de julho (Sábado)
    Confecção de Fantoches com Meia
    Facilitadora: Osaneide Rosa (Bibliotecária)
    Horário: 8h as 12h (Certificado 4 horas)
    Inscrição: 1 caixa de lápis de Cor com 12, 1 caixa de giz de Cera, 1 Cola Bastão grande

    29 de julho (Sábado)
    A contação de histórias para bebês e gestantes
    Facilitadora: Luciana Celi (Professora e Contadora de Histórias) e Marize Silva (Professora e Contadora de Histórias)
    Horário: 8h as 12h (Certificado 4 horas)
    Inscrição: 1 livro para Bebês (Novo) Obs: será usado na oficina e depois doado para a Biblioteca

    Muito bacana, não é, pessoal?

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    Fonte: Ascom Secult

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    O hand spinner pode ser facilmente encontrado – em diversos modelos - no varejo e no mercado virtual. Por se tratar de um brinquedo, ele somente pode ser fabricado, importado e comercializado depois de se adequar e passar por ensaios técnicos conforme a legislação de segurança do Inmetro. Em resumo, o hand spinner, assim como todos os brinquedos, deve trazer o selo do Inmetro e também as informações do fabricante – nome, razão social, CNPJ e país de origem – em língua portuguesa.

    Em Aracaju, as equipes do ITPS percorreram lojas do comércio varejista, verificando minunciosamente esse tipo de produto. A maioria dos produtos fiscalizados estava sem o selo do Inmetro e com informações incorretas sobre o fabricante e a faixa etária a qual se destina o brinquedo.

    “A maioria desses produtos não possuía o selo de avaliação da conformidade ou estava com selo falso. As pessoas precisam estar atentas, pois a ausência do selo indica que o produto foi fabricado fora das normas do Inmetro e que pode oferecer risco à saúde e segurança das crianças. Em outros casos, as informações do fabricante estavam em língua estrangeira, o que impede o rastreamento da origem do produto por parte dos órgãos de defesa do consumidor”, detalha o gerente executivo de Metrologia do ITPS, Moater Paulon.

    Ainda de acordo com Moater, o Inmetro já determinou que esses brinquedos são proibidos para menores de seis anos. “Os pais devem retirar esse brinquedo das mãos das crianças que têm menos de seis anos. Aqueles com faixa etária maior podem usar o brinquedo, mas devem estar acompanhados de um adulto”, recomenda.

    Moater também alerta para que os pais fiquem atentos na hora da compra e do manuseio do produto. “Ao comprar esses brinquedos, os pais devem verificar se o selo do Inmetro está na embalagem e no produto. Também é preciso respeitar a faixa etária indicada e acompanhar o uso do hand spinner, pois ele tem peças móveis que facilmente são ingeridas e causam asfixia nas crianças. O ideal é não deixar que as crianças coloquem o brinquedo na boca, pois o material ainda é desconhecido e pode descascar ou ter componentes tóxicos, a exemplo do fluído dos rolamentos”, destaca.

    Alerta
    Ainda não há relatos de acidentes com o hand spinner no Brasil, mas o Inmetro já averiguou que existem registros em outros países de acidentes de consumo envolvendo o produto, principalmente de engasgamentos devido à ingestão de partes pequenas.

    O Inmetro, por meio de comunicado, alertou o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) sobre as irregularidades na venda do hand spinner no Brasil. A situação está sendo investigada pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor.

    Sergipe é um dos primeiros estados do país a deflagrar uma operação especial com foco no hand spinner. As fiscalizações foram iniciadas no dia 3 de julho na capital sergipana, mas serão estendidas para os municípios do interior e da região metropolitana. No Brasil, as fiscalizações atingem lojas varejistas e também o mercado virtual.

    Irregularidades e denúncias
    Caso encontre o brinquedo sem o selo do Inmetro, o consumidor deve fazer uma denúncia na Ouvidoria do ITPS por meio do telefone (79) 3179 8055, do email ouvidoria@itps.se.gov.br e presencialmente na sede do ITPS, que fica na rua Campo do Brito, 371, bairro 13 de Julho, em Aracaju.

    As empresas que estiverem comercializando o produto irregular estão sujeitas à penalidades, a exemplo da interdição e apreensão do produto, além de advertência e multa que varia de R$ 100 e R$ 1,5 milhão.

    Sobre o brinquedo
    Projeto originalmente para reduzir a ansiedade e o stress, melhorar a concentração e auxiliar crianças com déficit de atenção e autismo, o hand spinner é a nova sensação do público infantil. Entre os diversos modelos, alguns possuem luz e motores movidos por baterias botão. Alguns sites, até ensinam as pessoas a montarem o seu próprio hand spinner. Geralmente, esses dispositivos podem ter três ou quatro rolamentos, que permitem ao usuário fazer diferentes movimentos.

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    Fonte: Ascom/ITPS


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  • 07/28/17--08:47: Junt@s pela amamentação
  • Chamar a atenção para a importância de todos se somarem para apoiar a mãe que amamenta e de que forma todos juntos podem contribuir para o bem comum. Esse é o objetivo do tema escolhido pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (WABA) para a Semana Mundial do Aleitamento Materno agora em 2017. “Junt@s pela Amamentação” é o tema que vem despertar essa conscientização e o engajamento de mais pessoas como apoiadores e apoiadoras à mamãe que está amamentando. A Semana Mundial do Aleitamento Materno vem sendo comemorada desde 1992. A cada ano um tema relevante é escolhido para ser enfocado, buscando sempre o envolvimento da sociedade.


    Em Aracaju, uma programação já foi elaborada para a semana que acontece de 31 de julho a 4 de agosto. As várias atividades da Semana do Aleitamento Materno aqui na capital serão realizadas em parceria com Sociedade Sergipana de Pediatria, Universidade Tiradentes, Maternidade Santa Isabel, Associação Brasileira de Enfermagem (Aben) e apoiadores da amamentação, a exemplo do Conversinha de Mãe.


    No dia 31, a programação será aberta, a partir das 10h, com o Arrastão da Amamentação, no alojamento conjunto da Maternidade Santa Isabel. A atividade de conscientização e apoio às mães que acabaram de dar à luz tem como objetivo estimular o aleitamento materno, tirar dúvidas sobre a amamentação e dar apoio às que estão tendo dificuldade também será realizada no dia 1, no mesmo horário. Já na quarta-feira, dia 2 de agosto, das 8h às 10h, acontece Encontro com Gestantes e Nutrizes nas unidades básicas de saúde do Robalo, Atalaia e Coroa do Meio, para apoiar, manter e proteger o aleitamento materno.


    Na quinta-feira, dia 3, a partir das 8 horas, acontece a mesa-redonda multidisciplinar com o tema “Amamentação e suas dificuldades”, no campus Farolândia da Universidade Tiradentes. Já no período da tarde, a partir das 14 horas, será feita orientação às gestantes, parceiros, familiares, funcionários e alunos sobre aleitamento materno, por meio de simulação realística, atividade que será realizada no minishopping da Unit Farolândia.



    Para encerrar a programação, na sexta-feira, dia 4, será realizada mais uma edição da Hora do Mamaço. O evento, que este ano acontece pelo quarto ano consecutivo na capital sergipana, será realizado no Parque da Sementeira, a partir das 14 horas. Este evento, realizado mundialmente durante a Semana Mundial do Aleitamento Materno, a Hora do Mamaço tem como objetivo chamar a atenção para a importância da amamentação para os bebês, as mamães e a sociedade. Nele, um grupo de mães se reúne para, num espaço público, chamem a atenção da sociedade para a necessidade da rede de apoio para que a mãe tenha condições de amamentar seu bebê.


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    Às vezes, os apelos são muitos. Sei bem como é isso! Eu mesma aqui em casa já fui alvo de muitos e, confesso, quase cedi a eles. Afinal de contas, quem não se encanta com aquele olhar doce de um filhote de gatinho ou a esperteza de um cãozinho? Mas resolver ter ou não um animal de estimação em casa é uma decisão que deve ser muito bem pensada por toda família. Sim, porque ter um bichinho em casa não é como ter um brinquedo novo. É preciso pensar que um animalzinho é mais um ser vivo que vem se somar à família e requer cuidados e atenção.


    A médica veterinária Juliene Oliveira da Silva disse que a primeira coisa que deve ser levada em conta é a estrutura da casa, se tem criança, como é a rotina da família, se terá tempo para cuidar desse novo membro, para que ele venha agregar à rotina da casa e não se tornar um transtorno. “Tudo isso tem que ser levado em consideração”, observou. Essa análise é fundamental também para ajudar na escolha do animal e seu porte. “Se for um cachorro, para quem mora em apartamento, o ideal é que seja um animal de pequeno porte, podendo ser de pelo curto ou longo, a depender da disposição da pessoa. Pensar também que algumas raças latem mais que outras”, exemplificou.

    Juliene: importante estar atento às necessidades do animal
    Outro ponto importante levantado pela veterinária Juliene é estar atento às necessidades desse animal que veio fazer parte da família, em relação à alimentação, aos cuidados com sua saúde e no ambiente em que vai viver. “É preciso que ele tenha uma alimentação de boa qualidade, que goste e sinta prazer em estar comendo. Também é importante sempre buscar orientação do médico veterinário periodicamente, cuidar do controle de parasitas, porque podem trazer doenças aos humanos, sem contar a importância da imunização, com aplicação das vacinas nas épocas certas”, ressaltou.

    Também é importante ter atenção com os banhos, que, dependendo da raça e da pelagem, tem que ser semanal ou quinzenal. Muito cuidado também com certos tipos de alimentos que podem ser tóxicos e determinadas espécies de plantas, pois alguns filhotes têm o hábito de fuçá-las e até comer a folhagem e podem se intoxicar. “Por isso é importante primeiro entender nosso ambiente para depois escolher uma raça ou um animal que melhor se adapte a essa rotina da casa e ao tamanho do ambiente”, disse.



    Para Juliene Silva, é preciso que as pessoas entendam que os animais não são objetos. “Se é para adotar um pet, que seja de forma responsável, que ele não seja um brinquedo. Mas que tenha acesso aos cuidados básicos e tenha suas necessidades básicas atendidas”, ressaltou a médica veterinária.


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    Muito se fala que criança precisa de vigilância constante. Seja para evitar acidentes físicos ou para diminuir as travessuras, os olhos devem estar sempre voltados para impedir que se machuquem gravemente. O acesso facilitado a produtos de limpeza, por exemplo, pode gerar prejuízos à saúde dessas crianças. De acordo com o Sistema de Informações Toxicológicas da Fiocruz, os casos de intoxicação por produtos como estes ocupam a segunda posição no ranking, ficando atrás apenas das intoxicações por medicamentos. No Brasil, aproximadamente 9.507 crianças são vítimas de intoxicação todos os anos. Desse total, mais de 18% são por envenenamento com produtos de limpeza.



    Em Sergipe, nos seis primeiros meses deste ano foram registrados 8 casos de intoxicação em crianças entre 0 e 4 anos de idade. De acordo com Antônio Venâncio, coordenador do Centro de Informação e Investigação Toxicológica (Ciatox) da Secretaria de Estado da Saúde, apesar de um número pequeno, o índice acende um alerta para os pais. “Com tanta informação que existe nos dias de hoje, não dá para entender como ainda chegamos nesse ponto. É preciso que os pais tenham vigilância constante com as crianças, afinal, o ideal é não ter nenhum caso desse tipo”, afirmou o coordenador.

    Antônio Venâncio explica ainda que os pais ou responsáveis podem tomar medidas simples para evitar acidentes como esses. “É importante que os pais mantenham todos os produtos de limpeza longe do alcance das crianças, seja colocando em locais altos ou guardados fechados com chave, inclusive, esta última é a mais aconselhável. Além disso, é importante que os pais evitem comprar produtos de limpeza artesanais e que ficam guardados em garrafas pets. Isso porque as crianças tendem a confundir com refrigerantes. E o mais importante: evitar ao máximo que as crianças tenham contato com esses produtos”, disse.

    Em uma situação de intoxicação por produtos de limpeza o mais indicado é que os pais levem a criança imediatamente para uma unidade hospitalar para que sejam feitas as medicações necessárias para a retirada do material do organismo. Independentemente de qual seja o produto ingerido, os especialistas explicam que nenhuma medida paliativa deve ser feita em casa, mesmo tentativas simples como dar água ou leite para a criança, isto por que alguns materiais químicos tendem a reagir com outras substâncias e agravar ainda mais a situação do paciente. Nestas situações, o aconselhável é tirar a roupa da criança e encaminhá-la imediatamente para o atendimento médico.

    Em caso de emergência, o estado de Sergipe oferece um serviço de orientação por telefone através do número 0800 722 6001. O serviço é gratuito e disponível 24 horas por dia. Quem necessitar pode tirar dúvidas sobre assuntos relacionados aos diversos tipos de intoxicação. “Este é um serviço muito importante para toda a população sergipana. Aqui nós disponibilizamos um profissional de plantão para tirar as dúvidas de qualquer pessoa a qualquer hora do dia. Com isso, podemos salvar mais vidas e evitar que alguns acidentes por intoxicação sejam agravados”, explicou Antônio Venâncio.


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    Fonte: Ascom SES

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    Hoje, o tom aqui vai ser, ainda mais, de conversinha mesmo. Como quase todo mês acontece com as crianças depois que entram na escola, dia desses veio na agenda da minha pequena um daqueles convites para aniversário de um coleguinha de sala. Muito ansiosa, desde que recebeu ela ficava me cobrando a compra do presente para a amiguinha.


    Eu sou daquelas que gostam, mais do que ir à loja escolher um presente, se tenho a possibilidade, prefiro colocar a mão na massa e eu mesma fazer alguma coisa. Seja um bolo, biscoitos, cupcake, brigadeiros ou apenas preparar a embalagem personalizada. Isso me faz bem e acho que torna o presente único e com um toque de carinho e dedicação.


    Pois bem, sem falar nada a ela, decidi então eu mesma preparar dois conjuntinhos de bijouteria com cara de criança, com colar e pulseiras. Na véspera, preparei tudo e lembrei que tinha uma caixinha de papelão decorada em formato de coração que eu mesma tinha feito há alguns anos e pensei: “Batata! É a embalagem perfeita para esse presente”. Arrumei tudo e deixei para mostrar a minha filha na hora de ir para a escola. Realmente, ela amou.


    No entanto, ao buscá-la na escola, ele entrou no carro já de carinha triste e reclamando, dizendo que o presente dela era o menor e os amiguinhos, que tinham levado presentes maiores e de determinadas marcas, tinham dito que o presente dela era feio e a amiguinha não ia gostar. “Desde então fiquei pensando: são apenas crianças de 4 e 5 anos. Por que elas estão pensando assim e julgando umas às outras por presentes que valem mais ou menos que outros?”. E o que é valer mais ou menos? Apenas o quanto eles custaram financeiramente?


    Conversei com ela e perguntei se a amiguinha tinha falado alguma coisa, se tinha gostado ou não, falei que o presente que ela levou era único, ninguém ia poder comprar um igual e que tinha sido feito com muito amor por mamãe. Aproveitei para dizer a ela que não importa o tamanho do presente ou se ele foi caro ou não. Importa se a pessoa deu com o coração e também que a gente só faz o que pode. Afinal, por que eu daria a outra pessoa um presente de determinada marca que eu não tenho nem condições para comprar para ela? Para se aparecer? Não!



    E fiquei a refletir o quanto é importante o nosso papel de mãe e pai de estar ensinando, diariamente, em cada momento, para nossos filhos os verdadeiros valores.


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    O Banco de Leite Humano (BLH) Marly Sarney, que antes funcionava no bairro José Conrado de Araújo, agora recebe gestantes e puérperas no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), localizado na Avenida Presidente Tancredo Neves, bairro Capucho, zona oeste de Aracaju. O novo endereço será mantido temporariamente, até que as obras de reestruturação no antigo espaço, anexo à Maternidade Hildete Falcão Baptista, sejam concluídas. As unidades são gerenciadas pelo Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES).


    Segundo a gerente local do BLH, Acácia Carvalho, no endereço provisório do banco já estão em funcionamento a sala de manejo e o espaço reservado para consultas pediátricas. As pacientes e os bebês poderão ser atendidos todas as segundas, terças e quartas-feiras no turno da manhã, as quartas também pela tarde e na sexta pela manhã. O horário de funcionamento é das 7h às 17h, sem intervalo para almoço. “No novo endereço do BLH uma equipe multiprofissional formada por enfermeiro, técnico de enfermagem e pediatra se mantém a postos, a fim de atender as necessidades de gestantes e puérperas. As visitas domiciliares para coleta de materiais das mães aptas a doarem leite humano continuam, conforme capacidade das mesmas e avaliação do pré-natal”, informou Acácia.

    Follow Up
    Também em funcionamento provisório no Caism, o ambulatório Follow Up continuará trabalhando com equipe multidisciplinar composta por médicos neonatologistas, oftalmologistas e neuropediatras, além de fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Esses profissionais atuam no âmbito da Política de Humanização Perinatal – assistência materno-infantil, garantindo o devido acompanhamento de bebês prematuros de alto risco, que nasceram na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL).

    No novo endereço, o ambulatório Follow Up mantém atendimentos das 7h às 13h também sem intervalo para almoço. Os bebês assistidos pelo ‘Método Canguru’ têm preferência no Follow Up, porém, qualquer mãe que teve o parto realizado na Lourdinha pode procurar o ambulatório, principalmente as mães de bebês que nasceram na MNSL e foram diagnosticados com microcefalia. Para obter mais informações sobre o funcionamento do BLH e do Follow Up, o usuário pode entrar em contato pelo (079) 3218 9424.

    Fonte: Ascom SES

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    Lembro bem a cena como era. Bastava chegar alguém lá em casa, que eu corria para me esconder no último quarto da casa. Por mais que meu pai ou minha mãe chamassem, eu não ia. Ficava lá escondidinha até a visita ir embora. Lembro que tem um amigo de meu pai que até hoje quando me encontra lembra desses episódios de quando eu me escondia.  Falar com pessoas diferentes na rua, mesmo que que já fossem conhecidas, era outra dificuldade. Sim, desde pequena sempre fui tímida. Hoje um pouco menos, bem verdade, mas ainda sinto dificuldade em interagir com outras.


    Essa timidez de crianças não é rara. Seu filho não para nem um minuto dentro de casa: brinca, fala, dá risada e se diverte quase o tempo todo. Mas quando você o leva a um ambiente com pessoas pouco conhecidas, ocorre uma transformação. Ele se fecha, não fala, não responde perguntas e fica claramente desconfortável. Se essa situação é comum para você, então provavelmente você é mãe/pai de filhos tímidos.


    A escritora de livros infantis Fabiany Lima, mãe de gêmeas, diz que, nesse caso, o primeiro passo é entender que, na maioria das vezes, isso não é nenhum problema. A timidez não é um defeito, é apenas uma característica que pode ser encontrada em pessoas de todas as idades. Aposto que você conhece adultos tímidos que são felizes e bem-sucedidos, não é? Da mesma forma, seu filho também pode conviver com isso e ter uma ótima vida.


    Portanto, o importante é não tentar forçá-lo a ser diferente e evitar ao máximo situações de desconforto. “Muitas vezes temos a impressão de que a criança precisa ser exposta a eventos sociais para deixar a timidez de lado, mas esse tipo de estratégia tem efeito contrário, só irá deixá-la mais retraída. Também não adianta culpá-la ou puni-la por não responder o que foi perguntado ou por não conversar com outros familiares”, disse Fabiany, que é criadora do aplicativo Timokids, que oferece livros e jogos socioeducativos com ilustrações em 3D narrados e legendados em 4 idiomas e que estimula a interação da família.


    Ao invés disso, seja um apoio para seu filho. Provavelmente, você é uma das pessoas com quem ele mais fala e se abre. Assim, procure assuntos que sejam do interesse dele e converse ao máximo com ele. Mesmo sem perceber, isso servirá como um “treino” para que ele também dialogue com outras pessoas.


    Ela sugere investir também em ferramentas alternativas de comunicação, principalmente se seu filho é introspectivo mesmo com você. Nesse caso, desenhos, jogos, aplicativos ou brinquedos podem servir como um canal de aproximação. Outra dica importante é incentivar a interação com colegas da mesma idade. “É normal que crianças se sintam constrangidas ao conversar com adultos, mas é mais comum que essa resistência seja menor com outras crianças. Assim, não proíba seu filho de ir à casa de amigos e fazer outros programas com colegas. Procure levá-lo a parques e lugares onde ele possa ter essa interação. Mas claro, sem forçar a barra!”, ressaltou Fabiany Lima.


    Ainda que não seja comum, lembre-se que a timidez em excesso pode ser um sintoma de algum problema psicológico. Se perceber que as reações são exageradas e não apresentam grandes melhorias, o recomendável é procurar o auxílio de um especialista para checar se realmente há algo de errado e o que pode ser feito.



    O importante é aceitar o seu filho como ele é. “Seja um suporte e ajude no que for possível para que ele supere as barreiras sociais, sempre ponderando quais são os limites. A verdade é que crianças tímidas são igualmente encantadoras e podem revelar grandes surpresas com um jeitinho que só elas têm. Ou seja, se preocupe menos e aproveite mais o convívio com elas!”, completou a escritora.

    Beijos


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    Se ao se deparar com essa pergunta a primeira resposta que lhe vem à mente seria que ela deveria ser lá pela primeira ou segunda semana de vida do bebê, saiba que você passou longe. Há muito, a recomendação dos especialistas é que essa consulta aconteça ainda no terceiro trimestre de gestação. Mas já?, podem pensar algumas pessoas. Sim! E a pediatra Izailza Matos, do Comitê de Aleitamento Materno da Sociedade Sergipana de Pediatria de Sergipe (Sosepe), essa consulta por volta do oitavo ou nono mês da gravidez tem como finalidade apoiar e ajudar as futuras mamães e papais no processo de cuidar do bebê e tirar dúvidas tão comuns.


    Segundo a pediatra, essa consulta é indicada para todas famílias e deve ser realizada, de preferência, com a presença de ambos os pais e, se for de acordo de ambos, os avós também podem participar, até para tirar algumas dúvidas e evitar aqueles – tão comuns! – pitacos do dia a dia. O objetivo dessa consulta é justamente estabelecer a relação médico-família, coletar informações básicas, fornecer aconselhamento e informação, identificar e abordar assuntos de alto risco.


    Durante a gravidez, a mãe acaba criando um vínculo forte com o obstetra, por conta das constantes consultas de acompanhamento da gestação. Quando o bebê nasce, muitas vezes a família ainda não tem uma referência de profissional que vai acompanhar, a partir de agora, recém-nascido. Por isso a importância dessa consulta. “Para que os pais tenham tempo disponível para expor suas necessidades, desejos e preocupações, bem como obter informações de cuidados com o recém-nascido”, disse Izailza.


    Por isso é importante que, para essa consulta, os futuros papais levem por escrito as suas dúvidas e ansiedades com a chegada do bebê. Essa consulta também é fundamental para que estabeleça uma empatia com o profissional e a família, para que esta esteja segura do profissional que estará cuidando do seu bem maior. “A consulta pediátrica pré-natal é o momento perfeito para orientar e disponibilizar seu tempo esclarecendo dúvidas antes e depois do nascimento. Ela abre um canal de comunicação e estabelece um vínculo afetivo, com profissionalismo, entre os pais e o pediatra do bebê. É a hora de a família falar sobre seus medos, anseios e expectativas em relação ao bebê”, acrescentou a médica.


    Não só sobre esse nível de relacionamento, a consulta pediátrica durante o pré-natal também tem como objetivo coletar informações básicas sobre o histórico familiar sobre alergias, distúrbios metabólicos, doenças neurológicas, incompatibilidade sanguínea, entre outros. É nessa consulta que o pediatra vai fornecer informação e aconselhamento aos pais e dialogar sobre as expectativas deles.


    Uma das dúvidas mais comuns nessas consultas é com relação à amamentação. Especialmente quando se trata de mamães e papais de primeira viagem, as dúvidas são muitas. Por isso, disse Izailza Matos, esse é o momento de conversar com a mamãe sobre como deseja alimentar seu bebê, dar orientação e tirar dúvidas sobre a preparação das mamas para o aleitamento, abordar as vantagens da amamentação, a importância da pega e posicionamento correto para que se evitem transtornos que muitas vezes dificultam a amamentação, desmistificar crenças tão comuns ainda na nossa cultura e ressaltar a importância do aleitamento materno ainda na primeira hora de vida do bebê e a manutenção do aleitamento exclusivo até o sexto mês de vida.



    “São muitas dúvidas que surgem nessa primeira consulta, tão fundamental para que possamos ir criando esse vínculo com a família, para que, depois que o bebê nasça, possamos continuar essa relação médico/família no consultório”, disse a pediatra.


    Beijos


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    É ainda uma doença carente de pesquisas no mundo, apesar de que afeta, no Brasil, centenas de recém-nascidos todos os anos. No mês de conscientização e divulgação da fibrose cística, o HU-UFS, o único hospital do SUS em Sergipe a oferecer o serviço especializado na área, traz esta grande reportagem em atenção às nuances dessa enfermidade [texto que é republicado aqui pelo Conversinha de Mãe].

    Manuseando algumas peças de dominó, David, de 11 anos, escuta atentamente o relato do seu pai, Raí Santos, sobre a história da sua vida. “Ele foi diagnosticado antes de completar dois anos de idade. A minha alegria é vê-lo correr, jogar bola, sentir-se bem”, diz o pai sereno, com um sorriso no rosto. David sofre com a fibrose cística, uma enfermidade que provoca a acumulação de muco espesso e pegajoso nos pulmões, no tubo digestivo e noutras áreas do corpo. Não obstante ser uma doença potencialmente mortal, é pouco conhecida pela nossa sociedade. O defeito genético que transmite a condição consiste numa mutação que produz uma proteína defeituosa.


    David faz o acompanhamento da fibrose cística no HU-UFS
    David é paciente do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS), acolhido pelo serviço de atenção à fibrose cística. O HU-UFS é referência no programa de triagem neonatal, do qual a atenção à fibrose cística faz parte. “Felizmente, tem-se avançado muito no tratamento da doença. O acometimento multissistêmico demanda o acompanhamento do paciente por uma equipe multidisciplinar para o resto da vida. É importante, sobretudo, que o diagnóstico seja iniciado com o teste do pezinho”, explica a pediatra do HU-UFS, a especialista em gastroenterologia Daniela Meneses.


    Triagem neonatal no HU-UFS: do teste do pezinho às internações

    As conquistas que se desejam quanto à longevidade e à esperança de vida do paciente com fibrose cística fazem dessa patologia uma doença pediátrica, porquanto o diagnóstico precoce é crucial para a eficácia do tratamento. O HU-UFS é o único hospital no SUS em Sergipe a oferecer o serviço dentro do programa de triagem neonatal, tanto no acompanhamento ambulatorial como, quando necessária, na internação hospitalar.


    O serviço teve início no HU-UFS em 2013, realizando-se os primeiros testes do suor em 2014 – exame que confirma o diagnóstico a partir da análise do suor da criança. Desde então, são 42 pacientes diagnosticados com a doença, recebendo acompanhamento periódico de gastropediatras, pneumologistas, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros profissionais da saúde.


    Dra. Daniela Meneses, pediatra
    “Os testes do pezinho realizados nas unidades básicas de saúde de todo o estado de Sergipe vêm para o HU-UFS e são analisados. Havendo a identificação, o paciente é encaminhado ao teste do suor para o diagnóstico confirmatório”, detalha a pediatra Daniela. Os pacientes que tiveram diagnóstico mais tardio também são acolhidos pelo ambulatório e direcionados ao serviço. Em qualquer caso, havendo necessidade, o HU-UFS também está preparado para internar os pacientes com fibrose cística.


    “Quando chegam os pacientes, realizamos uma intervenção multidisciplinar em conjunto entre vários profissionais”, garante Daniela. Sem o adequado acompanhamento, a enfermidade pode provocar diabete ou hepatite, por exemplo. “Desde o começo, o HU-UFS proporciona aos membros da família e aos seus pacientes ferramentas para um enfretamento adequado à doença. Damos informação sobre cada particularidade do tratamento”, complementa a pediatra.


    O tratamento

    Cuidar da nutrição, realizar fisioterapia e o uso dos antibióticos contra as infecções constituem os aspectos básicos do tratamento da fibrose cística. Quem relata esses e outros detalhes da rotina é a fisioterapeuta do HU-UFS Gabriela Correia, que é mãe de gêmeos acometidos pela doença. “A dinâmica diária coloca-nos diante de desafios e reflexões”, comenta.


    “Apesar de serem gêmeos com a mesma mutação genética, a fibrose cística acomete-os de forma diferente. A minha menina, por exemplo, não desenvolveu problema no fígado até agora; o meu menino enfrenta questões hepáticas desde bebê”, esclarece a fisioterapeuta, uma das responsáveis pela instalação do serviço no HU-UFS.


    Atualmente, novas esperanças estão depositadas nos avanços científicos, sobretudo os relacionados com a terapia genética. “Existem medicações que atendem especificamente a cada tipo de mutação e que prometem um controle melhor da doença. Temos de aguardar a regulamentação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anvisa] para, depois, pensar em como elas podem chegar ao SUS”, pondera Gabriela.


    Como colaboradora do HU-UFS, Gabriela faz questão que o seu casal de gêmeos realize todo o acompanhamento nutricional especializado no hospital. “A fibrose cística é uma doença que progride ao longo da vida do paciente. A alimentação correta contribui bastante para um quadro clínico mais aceitável”, relata. E como fisioterapeuta, Gabriela acompanha os seus filhos nos exercícios de fisioterapia respiratória diária. “O ideal é que, pelo menos uma vez por semana, o paciente visite o fisioterapeuta. É importante, também, que os pais saibam os exercícios que podem fazer em casa”, recomenda a profissional.


    No atendimento ambulatorial do HU-UFS, a equipe multidisciplinar conscientiza os pais dos pacientes sobre a disciplina constante nas suas vidas. Os tratamentos ocupam grande quantidade de tempo diário. As famílias devem adaptar os seus horários e ritmos a cada uma das etapas. “Em regra, a criança com fibrose cística deve tomar o remédio com bronco-dilatadores para abrir os brônquios e melhorar a expectoração”, exemplifica a pediatra Daniela. A infecção respiratória costuma ser a grande vilã, contra a qual, muitas vezes, são concentradas algumas medicações.


    Quando o paciente precisa ser internado, a equipe especializada do HU-UFS prepara-se para iniciar um tratamento com nebulização contra as bactérias e antibióticos por via oral ou intravenosos. “Mantemos, ainda, aquilo que deve fazer parte da rotina mesmo quando a criança está em casa: ingestão de enzimas pancreáticas nas refeições e complementos vitamínico-calóricos para a manutenção do peso”, destaca Daniela.


    E o David já esteve internado no HU-UFS algumas vezes. No início desta reportagem, narramos um pouco a sua história através das palavras do seu pai. Agora, deixamos um vídeo com o relato da sua mãe, a dona Maria de Fátima; assim como a Gabriela, ela representa os pais que vencem, dia após dia, a incessante batalha contra a fibrose cística.



    Por Luís Fernando Lourenço/Ascom HU-UFS