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Um espaço para um bate-papo, novidades, dicas e aquela conversinha que toda mãe ama!
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    Semana passada, Sergipe sentiu, enfim, o gostinho de chuva nesse outono. Junto com ela não veio apenas um alívio – por menor que seja! – nas altas temperaturas. Essa mudança de tempo ocorrida nessa estação acaba aumentado a incidência de infecções, principalmente em crianças. É tosse pra cá, nariz escorrendo pra lá, uma molezinha aqui, uma febrinha ali... A gente sabe muito bem como é!

    A pediatra Kércia Alcântara revela que isso acaba ocorrendo porque as pessoas ficam muito mais em lugares fechados e mais aglomeradas. Nas escolas, as crianças ficam em salas fechadas, assim como em casa! Vão mais aos shoppings, ficam mais na parte interna dos restaurantes e muitas vezes não há circulação de ar adequada devido à quantidade de pessoas no local.


    “Tudo leva ao aumento da circulação de bactérias e vírus entre as pessoas. Se uma criança da sala adoece, caso esteja abafado ou mesmo em uso de ar condicionado, as outras crianças também podem adoecer”, disse a pediatra. Além disso, alertou ela, o ar mais frio e seco pode provocar o broncoespasmo, com edema das vias aéreas (brônquios) e o temido chiado no peito.

    A médica revela que a temperatura baixa faz com que o nosso corpo produza mais secreção em vias aéreas para lubrificar. “Daí a importância de todos se vacinarem contra a gripe e evitar que mais vírus se disseminem”, ressaltou Kércia Alcântara. Até essa semana, pouco mais de 10% da população alvo da campanha tinha sido vacinada em Aracaju. Se você ainda não vacinou sua criança (maior de 6 meses a menor de 5 anos), ou se é gestante ou puérpera (até 45 dias após o parto) e ainda não foi tomar sua dose, anote aí: no próximo dia 13 será realizado o dia “D” de mobilização e, na data, todas as unidades estarão aplicando a vacina das 8h às 17h.


    Alguns cuidados que se deve ter com as crianças nesse período:


    - Confira se o cartão de vacinas está atualizado.

    - Lave bem as mãos sempre.

    - Se o seu pequeno está doente, espere que melhore para retornar à escola.

    - Mantenha os ambientes bem ventilados.

    - Evite bichinhos de pelúcia, almofadas, livros e tapetes de lã nos quartos.

    - Evite contato com pessoas doentes.

    - Prefira passeios ao ar livre do que em ambientes fechados.


    - Evite proximidade com fumantes.


    Beijos


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    Dia das Mães chegando e a gente vai entrando no clima com tanta homenagem, presentinho... E alguém aí acha ruim? Que nada!!! A gente ama. Eu pelo menos amo de paixão. E nesses dias que antecedem o nosso dia fui presenteada pelo Salão Democrata com uma tarde de beleza. Ai, gente, maravilhosa!

    Aproveitei esse tempinho de cuidados especiais junto com a Kércia Alcântara, do Pequenos Sergipanos, e a Carol Portugal, do Tudo de Mães. Afinal de contas, nessa vida corrida que a gente vive, se desdobrando pra dar conta de casa, filhos, trabalho, nem sempre sobra um tempinho para cuidar da gente e da beleza.

    Lá fomos muito bem tratadas por toda equipe Democrata, recepcionadas por expert Caio Abreu e as meninas, entre elas Rosane Santos e Tereza, que capricharam no cabelo, maquiagem e unhas. A tarde teve ainda um bate papo legal sobre esse tempinho que nós mamães precisamos dar a nós mesmas para cuidar da nossa beleza. Afinal, é uma forma de cuidar do nosso próprio bem-estar e autoestima. E a tarde teve também direito a muitos mimos dos parceiros do evento, como a Lowell Cosméticos, Paraíso das Flores e a Divino Geladin.




    E para você que ainda está sem saber como presentear a mamãe dou uma dica. Que tal uma sessão de beleza lá no Democrata? Além de linda, ela vai ser muito bem tratada. Nesse sábado, véspera do Dia das Mães, o salão terá promoções e brindes para as mamães. Aproveita e dá uma passada nos salões localizados na Nova Saneamento (vizinho à pizzaria Paulistinha) e no Extra!


    Confira nos clicks de Bruno Brito como foi nossa tarde.


    Beijos


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    Voltar ao trabalho depois da licença-maternidade é um dilema que praticamente toda mãe passa por ele. Ouso até dizer que essa preocupação começa a ocupar a cabeça de nós, mães, antes mesmo de o bebê nascer. Que rumo dar à vida profissional depois da maternidade? Como conciliar filhos e carreira? Vou conseguir dar conta de tudo? Continuarei sendo tão capaz quanto antes? Será que darei atenção suficiente a meu filho? Quem nunca fez esses questionamentos? Em meio a esses dilemas, muitas mulheres têm optado pelo trabalho em casa após a chegada dos filhos.

    Maior flexibilidade de horários para dar atenção aos filhos e ter mais tempo para a família, mas sem abrir mão da carreira, é um dos principais motivos para essa decisão. Uma pesquisa realizada traçou o perfil da mulher empreendedora no país. O levantamento feito pela Rede Mulher Empreendedora apontou que a maioria das mulheres que empreende é casada, tem entre 30 a 39 anos e esse desejo de empreender vem não apenas pelo retorno financeiro, mas também pela vontade de mudar o mundo.


    Após ouvir cerca de 1.400 participantes, a pesquisa detectou que 75% das entrevistadas começaram a empreender após a maternidade. “Esse é um resultado bastante expressivo. Na classe C essa porcentagem aumenta para 83%. Dentre os principais motivos estão a flexibilidade de horário, trabalhar com o que gostam e realizar sonho”, revelou Cláudia Soledade, embaixadora da Rede Mulher Empreendedora em Sergipe.

    Letícia e sua família: sonho de empreender hoje é realidade
    Antes de ser mãe, a hoje artesã Letícia Félix Tavares até pensava em ter seu próprio negócio, mas era apenas um sonho. Nada a ver com a profissão de professora de inglês que exercia. Foi depois da maternidade que esse desejo começou a tomar corpo. “A ideia de ter meu próprio negócio surgiu com a minha vontade de ser mãe em tempo integral. Depois da chegada da minha filha do meio, eu percebi que não havia ninguém melhor para ficar, cuidar, educar os meus filhos do que eu mesma. Então decidi sair do meu emprego e me dedicar totalmente a eles”, contou. Mas no meio desse caminho ela se descobriu grávida do terceiro filho, que não estava nos seus planos. “Sem a minha renda e mais um bebê chegando as finanças começaram a apertar. Vi que havia nas redes sociais mulheres que vendiam seus artesanatos. Foi aí que resolvi fazer o mesmo, então comecei a divulgar meu trabalho”, disse.


    O incentivo do marido e de algumas pessoas da família foi impulsionando, ela foi ganhando seguidores, que se transformaram em mais e mais encomendas de suas peças artesanais e de costura. “Peguei o gosto pela coisa. Ficava tão feliz quando recebia encomenda de gente desconhecida que tinha visto meu trabalho numa rede social ou numa feira”, relatou. Letícia gostou tanto do resultado que começou a profissionalizar o negício, criando um nome comercial. E assim surgiu a Costuradamente, ou Costura da Mente. “Mãe de 3 filhos com diferença de idade muito próximas você pode imaginar o porquê do nome, né?!”, disse a mãe de Theo, Nalu e Otto.

    Viviane depois da maternidade realizou o desejo de empreender
    Por muitos anos, Viviane Lima Ribeiro também trabalhou fora de casa. Hoje, suas atividades profissionais são feitas todas em casa. O desejo de empreender e trabalhar para ela mesmo, que surgiu assim que ela engravidou, pode ser concretizado quando a filha Vivian, hoje com 7 anos, estava com 5. “Sempre senti necessidade de trabalhar em casa. Quando engravidei, procurei aprender algo que eu pudesse fazer em casa. Comecei a arte em biscuit. Agora estou trabalhando com modelagem em chocolates e design de bolos. Meu sonho sempre foi trabalhar em casa para tomar conta da minha filha”, disse.

    Como conciliar

    Mas quem pensa que trabalhar em casa é moleza, fazer as coisas quando quer e quando der, engana-se! É preciso muita disciplina para que esse homeoffice dê certo. Viviane conta que trabalhar em casa exige muito, pois é preciso muita organização do tempo, para saber administrar o tempo para dedicar à atividade profissional, aos cuidados da casa e cuidado com filhos. “Tento trabalhar em horário comercial. É difícil, pois às vezes varo a noite, mas consigo. É difícil conciliar os serviços de casa com o trabalho, mas a melhor coisa é fazer meu tempo, trabalhar no meu horário, cuidar da filha sem pressão e os compromissos que o trabalho fora de casa traz”, avaliou, lembrando que por trabalhar em casa pode ter tranquilidade de, por exemplo, ir levar a filha ao médico quando precisa.


    Com três filhos e sem uma pessoa para ajudar a cuidar da casa, Letícia Félix também tenta administrar da melhor forma. “Além de cuidar da molecada, tenho que fazer todo o serviço que uma casa e uma família exige. Por isso me dedico ao trabalho apenas à noite. Amo me dedicar aos meus filhos, meu lar e meu marido durante o dia e poder ‘relaxar’ trabalhando a noite! Sim, eu relaxo trabalhando”, disse.


    Dificuldades

    Além do aporte financeiro, conciliar família e trabalho, principalmente aquelas que não têm com quem deixar os filhos, são as principais dificuldades encontradas pelas mulheres que decidem empreender. A embaixadora da Rede Mulher Empreendedoras cita alguns cuidados que a mulher deve observar para não misturar as atribuições profissionais e maternas. “É necessário que saibamos administrar bem o nosso tempo, determinando os horários para cada papel, conciliando as atividades e buscando ajuda. Ter foco no negócio requer disciplina e claro importante buscarmos o equilíbrio em tudo que fizermos”, orienta.


    Para que esse empreendimento seja bem-sucedido, Cláudia Soledade dá algumas orientações às mães que querem empreender. Uma delas é buscar atividades que já tenha talento para elas e que já saiba como fazer. “É possível transformar nosso talento e termos retorno financeiro”, disse. Ao decidir empreender, é preciso buscar redes de apoio, como o Serviço de Apoio à Micro Empresa (Sebrae), para orientação dos caminhos a percorrer. Cursos específicos na área e de gestão de um negócio, que também é possível encontrar em outras instituições como Senai e Senac, e rede de relacionamentos para que a mulher possa apresentar seu negócio e fazer networking, a exemplo da Rede Mulher Empreendedora, que oferece apoio mútuo e suporte para empreender, também são muito importantes. O contato com a Rede pode ser feito através do site www.rme.net.br ou pelo Facebook Rede Mulher Empreendedora.


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     Mães de crianças em atendimento no Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS) foram homenageadas pelo Dia das Mães. Nesta terça-feira, dia 16, uma comemoração simbólica reuniu as mães de crianças com microcefalia atendidas na Unidade de Reabilitação do hospital.

    A iniciativa, que contempla 23 mães, é parte do projeto Acolhendo com Amor, organizado por uma equipe que envolve fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. De acordo com a fisioterapeuta Tainã Klinger, uma das responsáveis pelo projeto, a finalidade é acolher, apoiar e orientar essas famílias.

    “O Acolhendo com Amor tem o grande propósito de acolher a família como um todo. Essa homenagem que estamos fazendo hoje é para essas mães, que passam por tantas dificuldades e, mesmo assim, a gente consegue enxergar em cada uma como o amor é capaz de superar tudo”, comenta a fisioterapeuta.

    Uma das mães homenageadas foi Joelma Marques, que percorre pouco mais de 130km do município de Tobias Barreto até Aracaju para trazer seu filho até o Hospital Universitário. “Assim como todos os dias, esse é um dia muito especial para a gente. A microcefalia não é o fim, é um desafio que a gente enfrenta com muito amor”, diz a dona de casa.
    Tainã Klinger: objetivo é acolher, apoiar e orientar essas famílias
    As mamães das crianças com microcefalia participaram de rodas de conversa, dinâmicas de grupo e receberam lanches e presentes doados por parceiros do HU.

    Pediatria
    Já no internamento da Pediatria, a comemoração foi com um dia de beleza. As mães das crianças internadas tiveram acesso a serviços como corte de cabelo, manicure e pedicure e maquiagem. Voluntários da Fundação Municipal de Formação Para o Trabalho de Aracaju (Fundat) estiveram no HU para embelezar ainda mais as mães.

    Uma equipe multidisciplinar do hospital foi a responsável por viabilizar o evento, inclusive arrecadando brindes que fizeram a alegria das mães presenteadas, conforme conta o psicólogo do HU-UFS, Jackson Gama.

    “Esse momento busca minimizar o sofrimento dessas mães que estão com suas crianças hospitalizadas, além de resgatar a autoestima e homenageá-las por uma data tão especial”, resumiu.

    A iniciativa contou com distribuição de porta-retratos com fotos tiradas após a sessão de embelezamento, distribuição de poemas e de toalhas bordadas. “Fiquei muito feliz, não esperava por essa surpresa, estou me sentindo bem melhor agora, bem cuidada”, declarou a mamãe Ana Benigno, que é dona de casa e está com a sua filha internada há mais de dez dias no HU.

    Também para lembrar o Dia das Mães, no Laboratório do HU-UFS as mães foram surpreendidas com a distribuição de lanches em caixinhas personalizadas.

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    Fonte: Ascom HU/UFS

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    Pezinho mini da minha Beatriz, fazendo o Teste do Pezinho
    Com a sensibilidade à flor da pele depois de dar à luz, sei bem como dói no coração levar o bebê para fazer o Teste do Pezinho. Passei por isso duas vezes! Aquela coisinha pequena, tão frágil ter o calcanharzinho furado para tirar sangue o suficiente para preencher a cartelinha é de arrancar lágrimas não só do bebê, mas da gente também. Mas não há como fugir: fazer o exame no bebê é fundamental, para que sejam detectadas, o quanto antes, doenças metabólicas, genéticas e infecciosas nos recém-nascidos.

    Através do exame, é possível detectar doenças como fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme, hiperplasia adrenal congênita, fibrose cística e deficiência de biotinidase, entre outras. Embora seja realizado na rede privada, o Teste do Pezinho pode ser feito gratuitamente nas unidades de saúde da rede pública. Em Aracaju, por exemplo, 22 postos de saúde realizam a coleta do sangue para a realização do exame.


    O Teste do Pezinho, preferencialmente, deve ser realizado entre o terceiro e o quinto dia de vida do bebê ou até um mês do nascimento, embora não seja o ideal, pois retarda também o início do tratamento de alguma doença que venha a ser detectada, reduzindo as chances de sequelas. A análise do sangue colhido do pezinho do bebê é feita no Hospital Universitário (HU) e o resultado demora, em média, 90 dias para ficar pronto. Caso dê alterado o resultado, a família é imediatamente informada, para que dê início ao tratamento do bebê.



    No entanto, apesar de ser feito gratuitamente, a quantidade de exames feitos na capital sergipana está abaixo do esperado, baseado na quantidade de nascimentos. Através de nota divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde, a coordenadora do programa Saúde da Criança, do Adolescente e do Jovem, Rita Bitencourt, alertou que, nos quatro primeiros meses desse ano, apenas foram feitos 2.138 Testes do Pezinho. Número baixo, levando-se em conta que, mensalmente, nascem cerca de 900 bebês em Aracaju. Por isso é importante que, ainda durante o pré-natal, a mamãe seja informada sobre a importância, quando, onde e como é feito o Teste do Pezinho. Afinal de contas, para nós, mães, o que importa é a saúde de nossos pequenos.


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    Nesse sábado, dia 3, tem um super programa pra começar o final de semana da criançada. E tenho certeza que toda família vai curtir. O espetáculo “A Fantástica Fábrica de Brinquedos” será apresentado no palco do Teatro Tobias Barreto, às 17 horas.



    Com texto e direção de Jorge Lins e Luan Belushi, o espetáculo conta a história do velho Antenor, um inventor de brinquedos. Em sua fábrica, ele dá vida às suas criações, mas tem uma feiticeira que, por achar que era o único brinquedo feio do local e que não foi feita com capricho, joga uma praga para que as crianças não possam brincar com os outros brinquedos. Até que ele descobre que tudo não passou de um sonho e... aí não vou contar o final, né?
    Elenco do espetáculo que sobe ao palco nesse sábado
    Jorge Lins adianta que é um espetáculo para toda família, recheado por lindas lições e muita música. O espetáculo tem uma hora de duração e conta com um elenco formado por crianças que participaram da Oficina de Atores do Grupo Raízes e também alguns adolescentes. Os ingressos estão sendo vendidos antecipadamente na bilheteria do teatro por preço promocional de R$ 30 para crianças e adultos.


    O Grupo Raízes tem um histórico de excelentes espetáculos tanto para o público adulto como infantil. Ótima oportunidade de prestigiar o teatro sergipano. Tenho certeza que você e as crianças vão amar!


    Beijos


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    No período junino cresce o alerta para os cuidados contra lesões por queimaduras. Essa é a época do ano em que as pessoas costumam acender fogueiras e soltar fogos, o que eleva o risco de acidentes. Aqui no estado, o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), unidade da Rede Estadual de Saúde que é referência em atendimentos de média e alta complexidade, conta com um setor especializado no atendimento a vítimas de queimaduras.



    A Unidade de Terapia de Queimados (UTQ) do Huse funciona 24 horas, com 14 leitos. Ao dar entrada na unidade, os pacientes são acompanhados por uma equipe multidisciplinar e, a depender da necessidade, recebem cuidados de cirurgiões plásticos, enfermeiros, clínicos e pediatras. Somente em junho do ano passado, 86 pessoas foram atendidas vítimas de queimaduras, a maioria por fogo de artifício.

    De acordo com a cirurgiã plástica Moema Santana, coordenadora da Cirurgia Plástica do Huse, em caso de queimaduras, algumas medidas iniciais devem ser tomadas para evitar que o ferimento piore. “De imediato, a pessoa deve colocar a área queimada embaixo de água corrente por aproximadamente entre cinco ou dez minutos para que saia qualquer sujeira ou fuligem. É extremamente importante que isso seja feito assim que se sofreu a queimadura para evitar mais prejuízos ao paciente”, disse a cirurgiã plástica.

    Em muitos casos as pessoas insistem colocar produtos caseiros sobre o ferimento. Como a pele está muito exposta devido à queimadura, o uso desses produtos pode agravar ainda mais a situação do paciente. “Muita gente passa pomada ou pasta d’água e isso deve ser evitado. Esses produtos podem agravar ainda mais a queimadura. Para os médicos é muito difícil remover este material para o início do processo cicatrização. O melhor a ser feito é lavar com água, envolver a região ferida com pano seco e limpo e trazer a pessoa imediatamente para o pronto-socorro”, destacou Moema Santana.

    Outro caso que preocupa bastante nesta época do ano é a amputação de membros por explosões de fogos de artifício. Somente em junho do ano passado, das 86 pessoas atendidas, aproximadamente 20% tiveram partes da mão amputadas por conta desses acidentes. Moema Santana ressalta que em situações como essa a calma deve prevalecer para que os primeiros socorros sejam iniciados. “Imediatamente essa parte do corpo deve ser lavada com água em abundância, retirando o máximo de pólvora que se conseguir. Isto deve ser feito porque a pólvora, mesmo após algum tempo, continua reagindo e queimando o paciente. Se isso for feito de imediato, vai garantir que a queimadura não se agrave no caminho para o pronto socorro”, ressaltou a cirurgiã plástica.

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    Fonte: Ascom SES

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    A partir de julho, a Biblioteca Infantil inicia o projeto “Aprender & Capacitar” criado o com o objetivo de oferecer oficinas para professores, gestores de bibliotecas e espaços públicos, além de pessoas que trabalham diretamente com o público infantil. Os cursos buscam dinamizar atividades de incentivo à leitura através da contação de histórias, mediação de leitura, confecção de bonecos de fantoche, organização e formação de acervos entre outras atividades.


    “Sempre tivemos a prática de realizar oficinas esporádicas na Biafa, e a pedido de algumas pessoas da comunidade, estamos retomando estas atividades através de um projeto maior. Isso porque, entendemos que uma das funções da biblioteca é oferecer os serviços que atraiam a comunidade, e a capacitação é um deles, tanto quando é voltado para crianças, quanto para os adultos que trabalham com crianças”, explicou a diretora da Biafa, Cláudia Stocker.

    Neste primeiro mês serão oferecidas as oficinas de “Decoração com E.V.A  para espaços lúdicos”, “Contar histórias”, “Confecção de Fantoches com Meia” e “A contação de histórias para bebês e gestantes”. A participação nas atividades será mediante a Inscrição Solidária, sendo que em cada edição é solicitado à doação de algum material útil para o acervo da Biafa, a exemplo de brinquedos, tecidos de chita, lápis de cor, livros infantis, entre outros.

    Ainda segundo a diretora, outros temas estão previstos para serem oferecidos pelo projeto nos próximos meses, como “Dinamização de bibliotecas e espaços culturais”, “Mediação de leitura como recurso incentivador” e “Confecção de bonecos com jornal”.  As oficinas temáticas disponibilizam de 15 a 20 vagas, com carga horária de 04 horas-aula, realizadas sempre aos sábados, tendo como ministrantes profissionais da área de educação, biblioteconomia, entre outros.

    As inscrições para as atividades de julho já estão abertas, e devem ser realizadas on-line através do preenchimento de formulário no Facebook da Biblioteca: https://www.facebook.com/bibliotecapublicainfantil. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (79) 3179-1965, pelo e-mail biafa@cultura.se.gov.br ou na sede da Biafa  localizada na Rua Dr. Leonardo Leite SN – 13 de JULHO – Aracaju-Sergipe (Prox. Ao Ginásio Constâncio Vieira). Confira as oficinas agendadas:

    CRONOGRAMA DE JULHO

    08 de julho (Sábado)
    Decoração com E.V.A para espaços lúdicos
    Facilitador: Matheus Luamm (Artesão e Estudante de Letras)
    Horário: 8h as 12h (Certificado 4 horas)
    Inscrição: um brinquedo novo

    15 de Julho (Sábado)
    Contar histórias – encantar e incentivar a leitura
    Facilitadoras: Claudia Stocker (Bibliotecária) e Sonia Kerner (Pedagoga)
    Horário: 8h as 12h (Certificado 4 horas)
    Inscrição: 2 metros de tecido Chita

    22 de julho (Sábado)
    Confecção de Fantoches com Meia
    Facilitadora: Osaneide Rosa (Bibliotecária)
    Horário: 8h as 12h (Certificado 4 horas)
    Inscrição: 1 caixa de lápis de Cor com 12, 1 caixa de giz de Cera, 1 Cola Bastão grande

    29 de julho (Sábado)
    A contação de histórias para bebês e gestantes
    Facilitadora: Luciana Celi (Professora e Contadora de Histórias) e Marize Silva (Professora e Contadora de Histórias)
    Horário: 8h as 12h (Certificado 4 horas)
    Inscrição: 1 livro para Bebês (Novo) Obs: será usado na oficina e depois doado para a Biblioteca

    Muito bacana, não é, pessoal?

    Beijos


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    Fonte: Ascom Secult

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    O hand spinner pode ser facilmente encontrado – em diversos modelos - no varejo e no mercado virtual. Por se tratar de um brinquedo, ele somente pode ser fabricado, importado e comercializado depois de se adequar e passar por ensaios técnicos conforme a legislação de segurança do Inmetro. Em resumo, o hand spinner, assim como todos os brinquedos, deve trazer o selo do Inmetro e também as informações do fabricante – nome, razão social, CNPJ e país de origem – em língua portuguesa.

    Em Aracaju, as equipes do ITPS percorreram lojas do comércio varejista, verificando minunciosamente esse tipo de produto. A maioria dos produtos fiscalizados estava sem o selo do Inmetro e com informações incorretas sobre o fabricante e a faixa etária a qual se destina o brinquedo.

    “A maioria desses produtos não possuía o selo de avaliação da conformidade ou estava com selo falso. As pessoas precisam estar atentas, pois a ausência do selo indica que o produto foi fabricado fora das normas do Inmetro e que pode oferecer risco à saúde e segurança das crianças. Em outros casos, as informações do fabricante estavam em língua estrangeira, o que impede o rastreamento da origem do produto por parte dos órgãos de defesa do consumidor”, detalha o gerente executivo de Metrologia do ITPS, Moater Paulon.

    Ainda de acordo com Moater, o Inmetro já determinou que esses brinquedos são proibidos para menores de seis anos. “Os pais devem retirar esse brinquedo das mãos das crianças que têm menos de seis anos. Aqueles com faixa etária maior podem usar o brinquedo, mas devem estar acompanhados de um adulto”, recomenda.

    Moater também alerta para que os pais fiquem atentos na hora da compra e do manuseio do produto. “Ao comprar esses brinquedos, os pais devem verificar se o selo do Inmetro está na embalagem e no produto. Também é preciso respeitar a faixa etária indicada e acompanhar o uso do hand spinner, pois ele tem peças móveis que facilmente são ingeridas e causam asfixia nas crianças. O ideal é não deixar que as crianças coloquem o brinquedo na boca, pois o material ainda é desconhecido e pode descascar ou ter componentes tóxicos, a exemplo do fluído dos rolamentos”, destaca.

    Alerta
    Ainda não há relatos de acidentes com o hand spinner no Brasil, mas o Inmetro já averiguou que existem registros em outros países de acidentes de consumo envolvendo o produto, principalmente de engasgamentos devido à ingestão de partes pequenas.

    O Inmetro, por meio de comunicado, alertou o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) sobre as irregularidades na venda do hand spinner no Brasil. A situação está sendo investigada pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor.

    Sergipe é um dos primeiros estados do país a deflagrar uma operação especial com foco no hand spinner. As fiscalizações foram iniciadas no dia 3 de julho na capital sergipana, mas serão estendidas para os municípios do interior e da região metropolitana. No Brasil, as fiscalizações atingem lojas varejistas e também o mercado virtual.

    Irregularidades e denúncias
    Caso encontre o brinquedo sem o selo do Inmetro, o consumidor deve fazer uma denúncia na Ouvidoria do ITPS por meio do telefone (79) 3179 8055, do email ouvidoria@itps.se.gov.br e presencialmente na sede do ITPS, que fica na rua Campo do Brito, 371, bairro 13 de Julho, em Aracaju.

    As empresas que estiverem comercializando o produto irregular estão sujeitas à penalidades, a exemplo da interdição e apreensão do produto, além de advertência e multa que varia de R$ 100 e R$ 1,5 milhão.

    Sobre o brinquedo
    Projeto originalmente para reduzir a ansiedade e o stress, melhorar a concentração e auxiliar crianças com déficit de atenção e autismo, o hand spinner é a nova sensação do público infantil. Entre os diversos modelos, alguns possuem luz e motores movidos por baterias botão. Alguns sites, até ensinam as pessoas a montarem o seu próprio hand spinner. Geralmente, esses dispositivos podem ter três ou quatro rolamentos, que permitem ao usuário fazer diferentes movimentos.

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    Fonte: Ascom/ITPS


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  • 07/28/17--08:47: Junt@s pela amamentação
  • Chamar a atenção para a importância de todos se somarem para apoiar a mãe que amamenta e de que forma todos juntos podem contribuir para o bem comum. Esse é o objetivo do tema escolhido pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (WABA) para a Semana Mundial do Aleitamento Materno agora em 2017. “Junt@s pela Amamentação” é o tema que vem despertar essa conscientização e o engajamento de mais pessoas como apoiadores e apoiadoras à mamãe que está amamentando. A Semana Mundial do Aleitamento Materno vem sendo comemorada desde 1992. A cada ano um tema relevante é escolhido para ser enfocado, buscando sempre o envolvimento da sociedade.


    Em Aracaju, uma programação já foi elaborada para a semana que acontece de 31 de julho a 4 de agosto. As várias atividades da Semana do Aleitamento Materno aqui na capital serão realizadas em parceria com Sociedade Sergipana de Pediatria, Universidade Tiradentes, Maternidade Santa Isabel, Associação Brasileira de Enfermagem (Aben) e apoiadores da amamentação, a exemplo do Conversinha de Mãe.


    No dia 31, a programação será aberta, a partir das 10h, com o Arrastão da Amamentação, no alojamento conjunto da Maternidade Santa Isabel. A atividade de conscientização e apoio às mães que acabaram de dar à luz tem como objetivo estimular o aleitamento materno, tirar dúvidas sobre a amamentação e dar apoio às que estão tendo dificuldade também será realizada no dia 1, no mesmo horário. Já na quarta-feira, dia 2 de agosto, das 8h às 10h, acontece Encontro com Gestantes e Nutrizes nas unidades básicas de saúde do Robalo, Atalaia e Coroa do Meio, para apoiar, manter e proteger o aleitamento materno.


    Na quinta-feira, dia 3, a partir das 8 horas, acontece a mesa-redonda multidisciplinar com o tema “Amamentação e suas dificuldades”, no campus Farolândia da Universidade Tiradentes. Já no período da tarde, a partir das 14 horas, será feita orientação às gestantes, parceiros, familiares, funcionários e alunos sobre aleitamento materno, por meio de simulação realística, atividade que será realizada no minishopping da Unit Farolândia.



    Para encerrar a programação, na sexta-feira, dia 4, será realizada mais uma edição da Hora do Mamaço. O evento, que este ano acontece pelo quarto ano consecutivo na capital sergipana, será realizado no Parque da Sementeira, a partir das 14 horas. Este evento, realizado mundialmente durante a Semana Mundial do Aleitamento Materno, a Hora do Mamaço tem como objetivo chamar a atenção para a importância da amamentação para os bebês, as mamães e a sociedade. Nele, um grupo de mães se reúne para, num espaço público, chamem a atenção da sociedade para a necessidade da rede de apoio para que a mãe tenha condições de amamentar seu bebê.


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    Às vezes, os apelos são muitos. Sei bem como é isso! Eu mesma aqui em casa já fui alvo de muitos e, confesso, quase cedi a eles. Afinal de contas, quem não se encanta com aquele olhar doce de um filhote de gatinho ou a esperteza de um cãozinho? Mas resolver ter ou não um animal de estimação em casa é uma decisão que deve ser muito bem pensada por toda família. Sim, porque ter um bichinho em casa não é como ter um brinquedo novo. É preciso pensar que um animalzinho é mais um ser vivo que vem se somar à família e requer cuidados e atenção.


    A médica veterinária Juliene Oliveira da Silva disse que a primeira coisa que deve ser levada em conta é a estrutura da casa, se tem criança, como é a rotina da família, se terá tempo para cuidar desse novo membro, para que ele venha agregar à rotina da casa e não se tornar um transtorno. “Tudo isso tem que ser levado em consideração”, observou. Essa análise é fundamental também para ajudar na escolha do animal e seu porte. “Se for um cachorro, para quem mora em apartamento, o ideal é que seja um animal de pequeno porte, podendo ser de pelo curto ou longo, a depender da disposição da pessoa. Pensar também que algumas raças latem mais que outras”, exemplificou.

    Juliene: importante estar atento às necessidades do animal
    Outro ponto importante levantado pela veterinária Juliene é estar atento às necessidades desse animal que veio fazer parte da família, em relação à alimentação, aos cuidados com sua saúde e no ambiente em que vai viver. “É preciso que ele tenha uma alimentação de boa qualidade, que goste e sinta prazer em estar comendo. Também é importante sempre buscar orientação do médico veterinário periodicamente, cuidar do controle de parasitas, porque podem trazer doenças aos humanos, sem contar a importância da imunização, com aplicação das vacinas nas épocas certas”, ressaltou.

    Também é importante ter atenção com os banhos, que, dependendo da raça e da pelagem, tem que ser semanal ou quinzenal. Muito cuidado também com certos tipos de alimentos que podem ser tóxicos e determinadas espécies de plantas, pois alguns filhotes têm o hábito de fuçá-las e até comer a folhagem e podem se intoxicar. “Por isso é importante primeiro entender nosso ambiente para depois escolher uma raça ou um animal que melhor se adapte a essa rotina da casa e ao tamanho do ambiente”, disse.



    Para Juliene Silva, é preciso que as pessoas entendam que os animais não são objetos. “Se é para adotar um pet, que seja de forma responsável, que ele não seja um brinquedo. Mas que tenha acesso aos cuidados básicos e tenha suas necessidades básicas atendidas”, ressaltou a médica veterinária.


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    Muito se fala que criança precisa de vigilância constante. Seja para evitar acidentes físicos ou para diminuir as travessuras, os olhos devem estar sempre voltados para impedir que se machuquem gravemente. O acesso facilitado a produtos de limpeza, por exemplo, pode gerar prejuízos à saúde dessas crianças. De acordo com o Sistema de Informações Toxicológicas da Fiocruz, os casos de intoxicação por produtos como estes ocupam a segunda posição no ranking, ficando atrás apenas das intoxicações por medicamentos. No Brasil, aproximadamente 9.507 crianças são vítimas de intoxicação todos os anos. Desse total, mais de 18% são por envenenamento com produtos de limpeza.



    Em Sergipe, nos seis primeiros meses deste ano foram registrados 8 casos de intoxicação em crianças entre 0 e 4 anos de idade. De acordo com Antônio Venâncio, coordenador do Centro de Informação e Investigação Toxicológica (Ciatox) da Secretaria de Estado da Saúde, apesar de um número pequeno, o índice acende um alerta para os pais. “Com tanta informação que existe nos dias de hoje, não dá para entender como ainda chegamos nesse ponto. É preciso que os pais tenham vigilância constante com as crianças, afinal, o ideal é não ter nenhum caso desse tipo”, afirmou o coordenador.

    Antônio Venâncio explica ainda que os pais ou responsáveis podem tomar medidas simples para evitar acidentes como esses. “É importante que os pais mantenham todos os produtos de limpeza longe do alcance das crianças, seja colocando em locais altos ou guardados fechados com chave, inclusive, esta última é a mais aconselhável. Além disso, é importante que os pais evitem comprar produtos de limpeza artesanais e que ficam guardados em garrafas pets. Isso porque as crianças tendem a confundir com refrigerantes. E o mais importante: evitar ao máximo que as crianças tenham contato com esses produtos”, disse.

    Em uma situação de intoxicação por produtos de limpeza o mais indicado é que os pais levem a criança imediatamente para uma unidade hospitalar para que sejam feitas as medicações necessárias para a retirada do material do organismo. Independentemente de qual seja o produto ingerido, os especialistas explicam que nenhuma medida paliativa deve ser feita em casa, mesmo tentativas simples como dar água ou leite para a criança, isto por que alguns materiais químicos tendem a reagir com outras substâncias e agravar ainda mais a situação do paciente. Nestas situações, o aconselhável é tirar a roupa da criança e encaminhá-la imediatamente para o atendimento médico.

    Em caso de emergência, o estado de Sergipe oferece um serviço de orientação por telefone através do número 0800 722 6001. O serviço é gratuito e disponível 24 horas por dia. Quem necessitar pode tirar dúvidas sobre assuntos relacionados aos diversos tipos de intoxicação. “Este é um serviço muito importante para toda a população sergipana. Aqui nós disponibilizamos um profissional de plantão para tirar as dúvidas de qualquer pessoa a qualquer hora do dia. Com isso, podemos salvar mais vidas e evitar que alguns acidentes por intoxicação sejam agravados”, explicou Antônio Venâncio.


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    Fonte: Ascom SES

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    Hoje, o tom aqui vai ser, ainda mais, de conversinha mesmo. Como quase todo mês acontece com as crianças depois que entram na escola, dia desses veio na agenda da minha pequena um daqueles convites para aniversário de um coleguinha de sala. Muito ansiosa, desde que recebeu ela ficava me cobrando a compra do presente para a amiguinha.


    Eu sou daquelas que gostam, mais do que ir à loja escolher um presente, se tenho a possibilidade, prefiro colocar a mão na massa e eu mesma fazer alguma coisa. Seja um bolo, biscoitos, cupcake, brigadeiros ou apenas preparar a embalagem personalizada. Isso me faz bem e acho que torna o presente único e com um toque de carinho e dedicação.


    Pois bem, sem falar nada a ela, decidi então eu mesma preparar dois conjuntinhos de bijouteria com cara de criança, com colar e pulseiras. Na véspera, preparei tudo e lembrei que tinha uma caixinha de papelão decorada em formato de coração que eu mesma tinha feito há alguns anos e pensei: “Batata! É a embalagem perfeita para esse presente”. Arrumei tudo e deixei para mostrar a minha filha na hora de ir para a escola. Realmente, ela amou.


    No entanto, ao buscá-la na escola, ele entrou no carro já de carinha triste e reclamando, dizendo que o presente dela era o menor e os amiguinhos, que tinham levado presentes maiores e de determinadas marcas, tinham dito que o presente dela era feio e a amiguinha não ia gostar. “Desde então fiquei pensando: são apenas crianças de 4 e 5 anos. Por que elas estão pensando assim e julgando umas às outras por presentes que valem mais ou menos que outros?”. E o que é valer mais ou menos? Apenas o quanto eles custaram financeiramente?


    Conversei com ela e perguntei se a amiguinha tinha falado alguma coisa, se tinha gostado ou não, falei que o presente que ela levou era único, ninguém ia poder comprar um igual e que tinha sido feito com muito amor por mamãe. Aproveitei para dizer a ela que não importa o tamanho do presente ou se ele foi caro ou não. Importa se a pessoa deu com o coração e também que a gente só faz o que pode. Afinal, por que eu daria a outra pessoa um presente de determinada marca que eu não tenho nem condições para comprar para ela? Para se aparecer? Não!



    E fiquei a refletir o quanto é importante o nosso papel de mãe e pai de estar ensinando, diariamente, em cada momento, para nossos filhos os verdadeiros valores.


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    O Banco de Leite Humano (BLH) Marly Sarney, que antes funcionava no bairro José Conrado de Araújo, agora recebe gestantes e puérperas no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), localizado na Avenida Presidente Tancredo Neves, bairro Capucho, zona oeste de Aracaju. O novo endereço será mantido temporariamente, até que as obras de reestruturação no antigo espaço, anexo à Maternidade Hildete Falcão Baptista, sejam concluídas. As unidades são gerenciadas pelo Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES).


    Segundo a gerente local do BLH, Acácia Carvalho, no endereço provisório do banco já estão em funcionamento a sala de manejo e o espaço reservado para consultas pediátricas. As pacientes e os bebês poderão ser atendidos todas as segundas, terças e quartas-feiras no turno da manhã, as quartas também pela tarde e na sexta pela manhã. O horário de funcionamento é das 7h às 17h, sem intervalo para almoço. “No novo endereço do BLH uma equipe multiprofissional formada por enfermeiro, técnico de enfermagem e pediatra se mantém a postos, a fim de atender as necessidades de gestantes e puérperas. As visitas domiciliares para coleta de materiais das mães aptas a doarem leite humano continuam, conforme capacidade das mesmas e avaliação do pré-natal”, informou Acácia.

    Follow Up
    Também em funcionamento provisório no Caism, o ambulatório Follow Up continuará trabalhando com equipe multidisciplinar composta por médicos neonatologistas, oftalmologistas e neuropediatras, além de fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Esses profissionais atuam no âmbito da Política de Humanização Perinatal – assistência materno-infantil, garantindo o devido acompanhamento de bebês prematuros de alto risco, que nasceram na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL).

    No novo endereço, o ambulatório Follow Up mantém atendimentos das 7h às 13h também sem intervalo para almoço. Os bebês assistidos pelo ‘Método Canguru’ têm preferência no Follow Up, porém, qualquer mãe que teve o parto realizado na Lourdinha pode procurar o ambulatório, principalmente as mães de bebês que nasceram na MNSL e foram diagnosticados com microcefalia. Para obter mais informações sobre o funcionamento do BLH e do Follow Up, o usuário pode entrar em contato pelo (079) 3218 9424.

    Fonte: Ascom SES

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    Lembro bem a cena como era. Bastava chegar alguém lá em casa, que eu corria para me esconder no último quarto da casa. Por mais que meu pai ou minha mãe chamassem, eu não ia. Ficava lá escondidinha até a visita ir embora. Lembro que tem um amigo de meu pai que até hoje quando me encontra lembra desses episódios de quando eu me escondia.  Falar com pessoas diferentes na rua, mesmo que que já fossem conhecidas, era outra dificuldade. Sim, desde pequena sempre fui tímida. Hoje um pouco menos, bem verdade, mas ainda sinto dificuldade em interagir com outras.


    Essa timidez de crianças não é rara. Seu filho não para nem um minuto dentro de casa: brinca, fala, dá risada e se diverte quase o tempo todo. Mas quando você o leva a um ambiente com pessoas pouco conhecidas, ocorre uma transformação. Ele se fecha, não fala, não responde perguntas e fica claramente desconfortável. Se essa situação é comum para você, então provavelmente você é mãe/pai de filhos tímidos.


    A escritora de livros infantis Fabiany Lima, mãe de gêmeas, diz que, nesse caso, o primeiro passo é entender que, na maioria das vezes, isso não é nenhum problema. A timidez não é um defeito, é apenas uma característica que pode ser encontrada em pessoas de todas as idades. Aposto que você conhece adultos tímidos que são felizes e bem-sucedidos, não é? Da mesma forma, seu filho também pode conviver com isso e ter uma ótima vida.


    Portanto, o importante é não tentar forçá-lo a ser diferente e evitar ao máximo situações de desconforto. “Muitas vezes temos a impressão de que a criança precisa ser exposta a eventos sociais para deixar a timidez de lado, mas esse tipo de estratégia tem efeito contrário, só irá deixá-la mais retraída. Também não adianta culpá-la ou puni-la por não responder o que foi perguntado ou por não conversar com outros familiares”, disse Fabiany, que é criadora do aplicativo Timokids, que oferece livros e jogos socioeducativos com ilustrações em 3D narrados e legendados em 4 idiomas e que estimula a interação da família.


    Ao invés disso, seja um apoio para seu filho. Provavelmente, você é uma das pessoas com quem ele mais fala e se abre. Assim, procure assuntos que sejam do interesse dele e converse ao máximo com ele. Mesmo sem perceber, isso servirá como um “treino” para que ele também dialogue com outras pessoas.


    Ela sugere investir também em ferramentas alternativas de comunicação, principalmente se seu filho é introspectivo mesmo com você. Nesse caso, desenhos, jogos, aplicativos ou brinquedos podem servir como um canal de aproximação. Outra dica importante é incentivar a interação com colegas da mesma idade. “É normal que crianças se sintam constrangidas ao conversar com adultos, mas é mais comum que essa resistência seja menor com outras crianças. Assim, não proíba seu filho de ir à casa de amigos e fazer outros programas com colegas. Procure levá-lo a parques e lugares onde ele possa ter essa interação. Mas claro, sem forçar a barra!”, ressaltou Fabiany Lima.


    Ainda que não seja comum, lembre-se que a timidez em excesso pode ser um sintoma de algum problema psicológico. Se perceber que as reações são exageradas e não apresentam grandes melhorias, o recomendável é procurar o auxílio de um especialista para checar se realmente há algo de errado e o que pode ser feito.



    O importante é aceitar o seu filho como ele é. “Seja um suporte e ajude no que for possível para que ele supere as barreiras sociais, sempre ponderando quais são os limites. A verdade é que crianças tímidas são igualmente encantadoras e podem revelar grandes surpresas com um jeitinho que só elas têm. Ou seja, se preocupe menos e aproveite mais o convívio com elas!”, completou a escritora.

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    Se ao se deparar com essa pergunta a primeira resposta que lhe vem à mente seria que ela deveria ser lá pela primeira ou segunda semana de vida do bebê, saiba que você passou longe. Há muito, a recomendação dos especialistas é que essa consulta aconteça ainda no terceiro trimestre de gestação. Mas já?, podem pensar algumas pessoas. Sim! E a pediatra Izailza Matos, do Comitê de Aleitamento Materno da Sociedade Sergipana de Pediatria de Sergipe (Sosepe), essa consulta por volta do oitavo ou nono mês da gravidez tem como finalidade apoiar e ajudar as futuras mamães e papais no processo de cuidar do bebê e tirar dúvidas tão comuns.


    Segundo a pediatra, essa consulta é indicada para todas famílias e deve ser realizada, de preferência, com a presença de ambos os pais e, se for de acordo de ambos, os avós também podem participar, até para tirar algumas dúvidas e evitar aqueles – tão comuns! – pitacos do dia a dia. O objetivo dessa consulta é justamente estabelecer a relação médico-família, coletar informações básicas, fornecer aconselhamento e informação, identificar e abordar assuntos de alto risco.


    Durante a gravidez, a mãe acaba criando um vínculo forte com o obstetra, por conta das constantes consultas de acompanhamento da gestação. Quando o bebê nasce, muitas vezes a família ainda não tem uma referência de profissional que vai acompanhar, a partir de agora, recém-nascido. Por isso a importância dessa consulta. “Para que os pais tenham tempo disponível para expor suas necessidades, desejos e preocupações, bem como obter informações de cuidados com o recém-nascido”, disse Izailza.


    Por isso é importante que, para essa consulta, os futuros papais levem por escrito as suas dúvidas e ansiedades com a chegada do bebê. Essa consulta também é fundamental para que estabeleça uma empatia com o profissional e a família, para que esta esteja segura do profissional que estará cuidando do seu bem maior. “A consulta pediátrica pré-natal é o momento perfeito para orientar e disponibilizar seu tempo esclarecendo dúvidas antes e depois do nascimento. Ela abre um canal de comunicação e estabelece um vínculo afetivo, com profissionalismo, entre os pais e o pediatra do bebê. É a hora de a família falar sobre seus medos, anseios e expectativas em relação ao bebê”, acrescentou a médica.


    Não só sobre esse nível de relacionamento, a consulta pediátrica durante o pré-natal também tem como objetivo coletar informações básicas sobre o histórico familiar sobre alergias, distúrbios metabólicos, doenças neurológicas, incompatibilidade sanguínea, entre outros. É nessa consulta que o pediatra vai fornecer informação e aconselhamento aos pais e dialogar sobre as expectativas deles.


    Uma das dúvidas mais comuns nessas consultas é com relação à amamentação. Especialmente quando se trata de mamães e papais de primeira viagem, as dúvidas são muitas. Por isso, disse Izailza Matos, esse é o momento de conversar com a mamãe sobre como deseja alimentar seu bebê, dar orientação e tirar dúvidas sobre a preparação das mamas para o aleitamento, abordar as vantagens da amamentação, a importância da pega e posicionamento correto para que se evitem transtornos que muitas vezes dificultam a amamentação, desmistificar crenças tão comuns ainda na nossa cultura e ressaltar a importância do aleitamento materno ainda na primeira hora de vida do bebê e a manutenção do aleitamento exclusivo até o sexto mês de vida.



    “São muitas dúvidas que surgem nessa primeira consulta, tão fundamental para que possamos ir criando esse vínculo com a família, para que, depois que o bebê nasça, possamos continuar essa relação médico/família no consultório”, disse a pediatra.


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    É ainda uma doença carente de pesquisas no mundo, apesar de que afeta, no Brasil, centenas de recém-nascidos todos os anos. No mês de conscientização e divulgação da fibrose cística, o HU-UFS, o único hospital do SUS em Sergipe a oferecer o serviço especializado na área, traz esta grande reportagem em atenção às nuances dessa enfermidade [texto que é republicado aqui pelo Conversinha de Mãe].

    Manuseando algumas peças de dominó, David, de 11 anos, escuta atentamente o relato do seu pai, Raí Santos, sobre a história da sua vida. “Ele foi diagnosticado antes de completar dois anos de idade. A minha alegria é vê-lo correr, jogar bola, sentir-se bem”, diz o pai sereno, com um sorriso no rosto. David sofre com a fibrose cística, uma enfermidade que provoca a acumulação de muco espesso e pegajoso nos pulmões, no tubo digestivo e noutras áreas do corpo. Não obstante ser uma doença potencialmente mortal, é pouco conhecida pela nossa sociedade. O defeito genético que transmite a condição consiste numa mutação que produz uma proteína defeituosa.


    David faz o acompanhamento da fibrose cística no HU-UFS
    David é paciente do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS), acolhido pelo serviço de atenção à fibrose cística. O HU-UFS é referência no programa de triagem neonatal, do qual a atenção à fibrose cística faz parte. “Felizmente, tem-se avançado muito no tratamento da doença. O acometimento multissistêmico demanda o acompanhamento do paciente por uma equipe multidisciplinar para o resto da vida. É importante, sobretudo, que o diagnóstico seja iniciado com o teste do pezinho”, explica a pediatra do HU-UFS, a especialista em gastroenterologia Daniela Meneses.


    Triagem neonatal no HU-UFS: do teste do pezinho às internações

    As conquistas que se desejam quanto à longevidade e à esperança de vida do paciente com fibrose cística fazem dessa patologia uma doença pediátrica, porquanto o diagnóstico precoce é crucial para a eficácia do tratamento. O HU-UFS é o único hospital no SUS em Sergipe a oferecer o serviço dentro do programa de triagem neonatal, tanto no acompanhamento ambulatorial como, quando necessária, na internação hospitalar.


    O serviço teve início no HU-UFS em 2013, realizando-se os primeiros testes do suor em 2014 – exame que confirma o diagnóstico a partir da análise do suor da criança. Desde então, são 42 pacientes diagnosticados com a doença, recebendo acompanhamento periódico de gastropediatras, pneumologistas, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros profissionais da saúde.


    Dra. Daniela Meneses, pediatra
    “Os testes do pezinho realizados nas unidades básicas de saúde de todo o estado de Sergipe vêm para o HU-UFS e são analisados. Havendo a identificação, o paciente é encaminhado ao teste do suor para o diagnóstico confirmatório”, detalha a pediatra Daniela. Os pacientes que tiveram diagnóstico mais tardio também são acolhidos pelo ambulatório e direcionados ao serviço. Em qualquer caso, havendo necessidade, o HU-UFS também está preparado para internar os pacientes com fibrose cística.


    “Quando chegam os pacientes, realizamos uma intervenção multidisciplinar em conjunto entre vários profissionais”, garante Daniela. Sem o adequado acompanhamento, a enfermidade pode provocar diabete ou hepatite, por exemplo. “Desde o começo, o HU-UFS proporciona aos membros da família e aos seus pacientes ferramentas para um enfretamento adequado à doença. Damos informação sobre cada particularidade do tratamento”, complementa a pediatra.


    O tratamento

    Cuidar da nutrição, realizar fisioterapia e o uso dos antibióticos contra as infecções constituem os aspectos básicos do tratamento da fibrose cística. Quem relata esses e outros detalhes da rotina é a fisioterapeuta do HU-UFS Gabriela Correia, que é mãe de gêmeos acometidos pela doença. “A dinâmica diária coloca-nos diante de desafios e reflexões”, comenta.


    “Apesar de serem gêmeos com a mesma mutação genética, a fibrose cística acomete-os de forma diferente. A minha menina, por exemplo, não desenvolveu problema no fígado até agora; o meu menino enfrenta questões hepáticas desde bebê”, esclarece a fisioterapeuta, uma das responsáveis pela instalação do serviço no HU-UFS.


    Atualmente, novas esperanças estão depositadas nos avanços científicos, sobretudo os relacionados com a terapia genética. “Existem medicações que atendem especificamente a cada tipo de mutação e que prometem um controle melhor da doença. Temos de aguardar a regulamentação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anvisa] para, depois, pensar em como elas podem chegar ao SUS”, pondera Gabriela.


    Como colaboradora do HU-UFS, Gabriela faz questão que o seu casal de gêmeos realize todo o acompanhamento nutricional especializado no hospital. “A fibrose cística é uma doença que progride ao longo da vida do paciente. A alimentação correta contribui bastante para um quadro clínico mais aceitável”, relata. E como fisioterapeuta, Gabriela acompanha os seus filhos nos exercícios de fisioterapia respiratória diária. “O ideal é que, pelo menos uma vez por semana, o paciente visite o fisioterapeuta. É importante, também, que os pais saibam os exercícios que podem fazer em casa”, recomenda a profissional.


    No atendimento ambulatorial do HU-UFS, a equipe multidisciplinar conscientiza os pais dos pacientes sobre a disciplina constante nas suas vidas. Os tratamentos ocupam grande quantidade de tempo diário. As famílias devem adaptar os seus horários e ritmos a cada uma das etapas. “Em regra, a criança com fibrose cística deve tomar o remédio com bronco-dilatadores para abrir os brônquios e melhorar a expectoração”, exemplifica a pediatra Daniela. A infecção respiratória costuma ser a grande vilã, contra a qual, muitas vezes, são concentradas algumas medicações.


    Quando o paciente precisa ser internado, a equipe especializada do HU-UFS prepara-se para iniciar um tratamento com nebulização contra as bactérias e antibióticos por via oral ou intravenosos. “Mantemos, ainda, aquilo que deve fazer parte da rotina mesmo quando a criança está em casa: ingestão de enzimas pancreáticas nas refeições e complementos vitamínico-calóricos para a manutenção do peso”, destaca Daniela.


    E o David já esteve internado no HU-UFS algumas vezes. No início desta reportagem, narramos um pouco a sua história através das palavras do seu pai. Agora, deixamos um vídeo com o relato da sua mãe, a dona Maria de Fátima; assim como a Gabriela, ela representa os pais que vencem, dia após dia, a incessante batalha contra a fibrose cística.



    Por Luís Fernando Lourenço/Ascom HU-UFS


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    Vestido estampado da nova coleção por R$ 59,90

    A estação mais esperada do ano chegou às lojas do Walmart Brasil, e com ela uma mistura de cores. A nova coleção de roupas traz itens para toda a família, com estampas e tendências da estação. A cartela de cores une tons suaves com toques em cores vivas.


    Fazem parte itens como vestidos, macaquinhos, tops, jeans, bermudas (surfwear, jeans e sarjas), polos, camisetas, regatas e biquínis. Babados, ombros a mostra e estampas diversas dão um toque nas peças. Além disso, personagens Disney e Marvel também compõem os modelos. Os produtos são exclusivos e podem ser encontrados em todas as lojas do Walmart Brasil com preços baixos.


    Já passei na loja aqui em Aracaju e conferir alguns itens bem legais que vale a pena investir, pois vão estar com tudo nessa nova estação.

    Must da estação com esses bordados, por R$ 39,90

    Ombro a ombro também com bordado vai fazer sucesso na primavera
    Também por R$ 39,90

    Vários modelos de macacão leves e confortáveis por R$ 69,90
    Outra opção de vestido floral, bem a cara da estação, por R$ 59,90


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     A campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, que acontece durante esse mês, conhecida como Setembro Amarelo, nos dá a oportunidade de também debatermos esse tema voltado ao público infanto-juvenil. Estatísticas mostram que situações desse tipo estão se tornando mais comuns nessa década, resultando em aumento de mortes entre crianças e adolescentes. De acordo com o Mapa da Violência, que se baseia em dados coletados pelo Ministério da Saúde, as faixas em que as taxas de suicídio mais cresceram no Brasil, entre os anos de 2002 e 2012, foram as dos 10 aos 14 anos, com aumento de mais de 40%, e dos 15 aos 19 anos, com crescimento de 33,5%. Para tratar desse tema, ainda cercado por certo tabu, Conversinha de Mãe entrevistou a psicóloga Isadora Lacerda, da Casa Positiva, sobre de que forma nós, principalmente mães, pais e educadores, podemos agir nessa prevenção, quais os sinais de mudança de comportamento nas crianças e adolescentes devem nos deixar atentos, quando procurar ajuda, entre outros pontos. Confira:


    Conversinha de Mãe - Estamos em setembro, mês em que as atenções se voltam à prevenção do suicídio. Falando-se em crianças e adolescentes, de que forma nós, principalmente mães e pais, podemos agir nessa prevenção?

    Isadora Lacerda - Acredito que a prevenção deva acontecer desde que a criança nasce. Digo isso por acreditar na importância dos laços saudáveis que a criança deveria ao menos vivenciar, experienciar e reconhecer. Os pais precisam estar mais presentes na vida dos seus filhos, ser mais carinhosos e empáticos para que a relação seja a mais saudável possível. O diálogo é sempre bem-vindo. Muitas vezes, por exemplo, enchemos a agenda dos nossos filhos com atividades por pensarmos que, dessa forma, eles terão uma rotina saudável; seria melhor ter mais tempo junto a eles, cultivando as relações interpessoais, realmente investindo tempo em família com qualidade, sem a companhia de dispositivos eletrônicos. Acredito que crianças mais felizes serão, provavelmente, crianças resilientes, e crianças resilientes a princípio não pensariam em suicídio.

    Diálogo é sempre bem-vindo, ressalta psicóloga Isadora Lacerda
    CdM - Quais seriam alguns dos sinais que crianças e adolescentes nos passam de que algo não vai bem e que na cabeça deles passa essa possibilidade de tentar o suicídio, para que possamos estar mais atentos?
    IL – Alguns sinais comuns, que devem despertar atenção especial, são: alterações significativas na personalidade ou nos hábitos; comportamento ansioso, agitado ou deprimido; queda no rendimento escolar; afastamento da família e de amigos; perda de interesse por atividades de que gostava; descuido com a aparência; perda ou ganho repentinos de peso; mudança no padrão usual de sono; comentários autodepreciativos recorrentes ou negativos e desesperançosos em relação ao futuro; disforia (combinação de tristeza, irritabilidade e acessos de raiva); comentários sobre morte, sobre pessoas que morreram e interesse pelo assunto; doação de pertences que valorizava; expressão clara ou velada de querer morrer ou de pôr fim à vida; bullying (quem pratica pode praticar o suicídio também).


    CdM – E ao perceber algum desses sinais, como falar abertamente com crianças e adolescentes sobre suicídio?

    IL – Dialogar é sempre a melhor opção; porém, cuidado com o tom. O ideal seria abordar o tema de modo sensato e franco, o que vai fortalecer o vínculo com a pessoa, criança ou adolescente, que vai se sentir acolhida e respeitada por alguém que se interessa por seu sofrimento. Assim, os pais podem (e devem!) falar sobre o assunto. Se o tema não aparecer espontaneamente, ele pode ser introduzido de modo a deixar claro que certas coisas acontecem e que devemos conversar sobre elas. É possível dizer frases como: “Algumas vezes, quando nos sentimos mal, pensamos que seria melhor não ter nascido ou que seria preferível morrer. Você já teve pensamentos desse tipo? ”. É fundamental ouvir com atenção e respeito, sem julgamento ou censura e sem preleções morais ou religiosas. O importante é reafirmar a preocupação e o desejo de conversar e ajudar, mesmo que isso implique tocar em assuntos delicados. O adolescente deve ser acolhido, receber proteção e apoio. É preciso respeitar a dor do outro. Muitas vezes, podemos achar a motivação banal ou desimportante, mas cada um sente e se angústia com as coisas de forma particular. Tentativas concretas de suicídio, mesmo em casos que indicam baixa letalidade (como cortes superficiais na pele), podem sugerir a ocorrência de tentativas futuras. Não se deve banalizar ou julgar a tentativa como recurso para chamar a atenção. Após uma conversa, os pais devem encaminhar o filho a um psicólogo.


    CdM – Muitos adultos que passam por situações difíceis veem o suicídio como um ponto final para o sofrimento pelo qual estão passando. Mas no caso de crianças e adolescentes imagino que muitas vezes eles não tenham a noção exata de que é um passo sem volta. Por isso é tão importante estar atento e conversar mais sobre?

    IL – Sim, a criança só tem consciência sobre a morte por volta dos 12 anos. Nessa faixa etária, estão se tornando frequentes casos de automutilação com lâminas, com o intuito de aliviar a dor psíquica por intermédio da dor física. Por isso, volto a chamar a atenção sobre a importância do diálogo e do reconhecimento das emoções.



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    A hora da brincadeira é uma oportunidade de desenvolvimento para a criança. Através do ato de brincar ela aprende, experimenta o mundo, desenvolve relações sociais e treina sua autonomia de ação. Sem falar que a brincadeira desenvolve também a linguagem e a habilidade motora.

    E para celebrar a data mais aguardada pelos pequenos, o Dia das Crianças, a rede GBarbosa aposta em um grande sortimento de brinquedos em suas lojas e espera alcançar um crescimento de 10% comparado às vendas do ano passado.

    "Trouxemos diversos produtos que estão fazendo sucesso entre a garotada, como a linha de personagens dos filmes Transformers, Os Vingadores, Mulher Maravilha, Pantera Negra, Homem-Formiga e Carros 3", conta Alessandra Medeiros, gerente de Bazar.

    Todos os brinquedos têm parcelamento em até 10 vezes sem juros no cartão Cencosud/GBarbosa. “Estamos com opções para todos os bolsos, como bonecas de R$ 9,90 a R$ 219,00, carrinhos de bate e volta de R$ 9,90, entre outras opções com valores até R$199,00”, afirma Cassiana Ferrigno, diretora de Bazar da Cencosud Brasil.
    As crianças que gostam de esportes também terão muitas opções, a exemplo da linha de skates, bicicletas, patins e patinetes e uma linha premium de triciclos. 

    Primeira infância 
    Àqueles que têm filhos pequenos, ainda na primeira infância, a aposta do GBarbosa é uma linha de brinquedos educativos a partir de R$ 24,00, com destaque para massinhas de modelar, que faz a alegria da criançada.

    Diversão Garantida

    Para animar a turminha que vai escolher o presente, as lojas do GBarbosa vão distribuir pipoca, algodão doce, além de contar com animação de personagens infantis.

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    A Conversinha de Mãe hoje traz o relato de uma mamãe sobre uma situação angustiante vivida com sua filhinha, para que possa servir de alerta para outras famílias. A gente sempre fala que todo cuidado é pouco quando se trata de prevenir acidentes domésticos, mas a verdade é que sempre acha que isso nunca vai nos acontecer. E era isso que também imaginava Edjane Sales, mãe de Elisa, de três anos. Era a semana em que iriam comemorar o aniversário da menina. O papai Kleber foi com Elisa à casa de uns amigos e, enquanto ela brincava, ele ficou conversando em outro ambiente. De repente ouviu ela tossindo e foi ver o que estava acontecendo.



    “Quando ele chegou ao local viu a boneca que ela estava brincando com a boca cheia de bolinhas de naftalina já em farelos. Ele perguntou o que aconteceu e ela disse que tinha engolido uma bolinha”, relata. Rapidamente o pai ligou para o Corpo de Bombeiros, que orientou a levá-la de imediato ao pronto-socorro. A mãe conta que ao chegarem ao hospital eles viveram o pior momento de suas vidas como pais.

    A naftalina é uma substância que muitas pessoas usam com o objetivo de matar ou manter longe insetos como baratas. Mas a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o produto não seja utilizado, por ser um possível cancerígeno. No entanto, seu uso não é proibido no Brasil, sendo facilmente encontrado, inclusive em supermercados. Os danos causados pela ingestão ou pela inalação contínua desta substância podem ser bastante graves. “Eu não sabia da gravidade que essa substância possuía. O risco é tão grande que até os rins poderiam paralisar e ela precisar fazer hemodiálise”, disse.


    Elisa precisou fazer todo procedimento de desintoxicação correto e, graças a Deus, o veneno não atingiu a corrente sanguínea. “Ela fez duas vezes exame de sangue (no mesmo dia) e 24 horas depois voltou ao hospital e mais uma vez os exames deram normais. Só tenho que agradecer a Deus o cuidado que ele tem com minha família e agora é aprender com a lição e dobrar a vigilância”, disse.



    Segundo dados do Sistema de Informações Toxicológicas da Fiocruz, os casos de intoxicação por produtos de limpeza ocupam a segunda posição no ranking, ficando atrás apenas das intoxicações por medicamentos. No Brasil, cerca de 9.500 crianças são vítimas de intoxicação a cada ano e, desse total, mais de 18% são por envenenamento com produtos de limpeza. Aqui no Estado, de acordo com dados divulgados recentemente pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), no primeiro semestre desse ano foram registrados oito casos de intoxicação em crianças entre zero e quatro anos de idade.


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    Nos dias 27 e 28 de outubro, as lojas infantis do Shopping Jardins, em Aracaju, apresentarão ao público as novidades da primavera-verão 2018. E para festejar a nova temporada da moda com muita animação, no domingo, dia 29, será realizado um divertido Bailinho de Halloween.



    Diariamente, antes dos desfiles, o público irá se entreter com musicais gratuitos apresentados pela Blitz Kids. Na sexta-feira, dia 27, quem for à Praça de Eventos 2 no cair da tarde irá se divertir com o musical O Mágico de Oz Cover, às 16 horas. Em seguida, as marcas Tip Top - que em breve irá inaugurar uma charmosa loja no centro de compras -, Livraria Escariz e Espaço Lord Kids desfilarão suas novidades a partir das 17 horas.

    No sábado, dia 28 às 15 horas, a Blitz Kids brindará o público com o espetáculo João e Maria na Praça de Eventos 2. Na sequência, as lojas Puket, Cambalhota, Lilica & Tigor, Malwee Kids e Kitty Baby apresentarão suas novas coleções a partir das 16 horas.

    No domingo, dia 29, a atração ficará por conta de um animado Bailinho de Halloween com os personagens da Blitz a partir das 16 horas. Os desfiles, musicais e baile serão gratuitos. As pulseiras de acesso poderão ser retiradas pelo público no Balcão de Informações em frente à Ri-Happy (Portaria A), a partir desta segunda-feira (16). Basta reservar os ingressos aos eventos que desejar, utilizando o aplicativo do Shopping Jardins e resgatar as pulseirinhas no Balcão de Informações em até 48 horas da reserva. Será limitado um par de pulseira por CPF para cada desfile e musical e para o Bailinho de Halloween.

    Atrações lindas para encerrar esse mês de outubro recheado de programação bacana para as crianças no Shopping Jardins.

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    Sem histórico familiar, a dona de casa Cláudia Rodrigues dos Santos, mãe de uma garotinha de sete anos, nunca imaginou que, aos 25 anos, iria descobrir um câncer de mama. Foi com muita surpresa que, há três anos ela recebeu esse diagnóstico. O início da descoberta da doença foi, ao apalpar a mama, encontrar um pequeno caroço. “Procurei o médico, fiz a retirada do nódulo, que foi para biópsia e fui diagnosticada com câncer de mama”, contou, acrescentando que depois iniciou as sessões de quimioterapia e precisou fazer a mastectomia total da mama esquerda.



    Cláudia faz parte de uma estatística que tem crescido: a de mulheres jovens, abaixo dos 30 anos, que são acometidas por câncer de mama. “Até hoje eu mim pergunto porque isso aconteceu comigo, só tendo 25 anos, porque geralmente os médicos sempre diziam ser mais comum a partir dos 35 anos, mas isso está acontecendo com pessoas mais jovens”, disse. Segundo a oncologista clínica e paliatista da Clínica Oncohematos, Erijan de Andrade Morais, há estudos que relatam a incidência do câncer de mama antes dos 40 anos em torno de 7% a 10% em países desenvolvidos e cerca de 30% em países em desenvolvimento.


    Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que, entre as mulheres, o câncer de mama é o de maior incidência, depois do câncer de pele não melanoma. A estimativa do Inca 2016/2017 aponta 57.960 casos novos em mulheres no Brasil, desses mais de 11 mil só na região Nordeste.


    A médica Erijan Morais ressalta que o autoexame é importante para a detecção do câncer de mama, além de promover o autocuidado e autoconhecimento da sua mama. “Ele não substitui a mamografia anual, mas auxilia no intervalo entre mamografias. Se ocorrer alguma mudança na mama, a mulher perceberá e deverá ir ao seu médico imediatamente”, observou.

    Cláudia: força e determinação para vencer o câncer
    Segundo a médica, a recomendação é que a paciente sem histórico de caso familiar de câncer de mama inicie a mamografia aos 40 anos, de acordo com a orientação da Sociedade Brasileira de Mastologia e aos 50 anos pelo Ministério da Saúde. “Com histórico familiar de câncer de mama não há uma recomendação de regra. A paciente deverá ser acompanhada pelo seu mastologista e o profissional indicará o rastreamento diferenciado”, explicou. Ela acrescentou que o rastreamento do câncer de mama aumenta as chances de fazer um diagnóstico precoce e aumento das chances de cura. “Logo, deve ser realizado com precisão”.


    Ela ressaltou também que o rastreamento de câncer de colo uterino deve ser iniciado, com o exame de Papanicolau aos 25 anos de idade, para as mulheres que já tiveram ou têm atividade sexual, observando que deve ser evitado antes dos 25 anos. “O rastreamento do câncer de colo de útero pode evitar que lesões precursoras cancerígenas se tornem um câncer, através de tratamento especifico. Ou detectar precocemente o câncer de colo de útero aumentando também as chances de cura. Dessa forma, câncer tem cura se detectado precocemente. Se prevenir é essencial”, frisou dra. Erijan.



    Há três meses, Cláudia Rodrigues fez sua cirurgia e vai iniciar uma nova etapa, a da radioterapia. “Estou na fila de espera, mas, graças a Deus, estou aqui para contar minha vitória e ressaltar a importância do autoexame. Vamos conhecer nosso corpo mais. Quanto mais cedo descobrimos a doença, temos mais chance de cura”, ressaltou, com a experiência de quem passou por isso e hoje se diz uma pessoa muito feliz. “Levo a minha vida na leveza porque o câncer não é uma sentença de morte”, ressaltou, acrescentando que o apoio da família tem sido fundamental para vencer essa batalha.


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  • 10/31/17--12:45: O olhar além da maternidade

  • A campanha Outubro Rosa tem como principal ponto a conscientização do câncer de mama, ressaltando a necessidade da prevenção e do diagnóstico precoce. Mas a campanha nos faz refletir também sobre o autocuidado. Estar conectada com o próprio corpo, saber o que faz bem e o que não está bem, isso faz toda a diferença quando estamos falando em saúde emocional e física da mulher. Mas quando pensamos nesse autocuidado nas mamães, isso acontece? É tanto corre-corre, tantas responsabilidades, tantas cobranças que isso acaba parecendo ser supérfluo.



    No entanto, a situação não é bem assim. E a psicóloga Lara Barone chama a atenção para isso. Ela ressalta que três palavras são de extrema importância quando falamos de autocuidado: olhar, tocar e conhecer. “Realizar uma dessas ou as três ações juntas, nos permite aprender a cuidar de si”, destaca.


    Mas colocar em prática isso quando se é mãe nem sempre é fácil. Primeiro porque em muitos momentos o filho se torna prioridade e, em segundo, muitas vezes já não conseguimos nos olhar como mulher e, sim, somente como mãe. “Pensar em você como mulher não exclui pensar no seu filho como prioridade, mas, sim, significa cuidar de você no momento que tem que cuidar. O conhecer a si nos faz estar mais fortalecidas e prontas para enfrentar o dia a dia, e isso reflete no relacionamento com os filhos”, ressalta Lara Barone.

    Psicóloga Lara Barone
    E ser mãe é sempre ultrapassar os limites pelos filhos, mas, observa a psicóloga, em alguns momentos é preciso que a mulher respeite isso e não ultrapasse. “Mas como vou saber quando ultrapassei se não olho para mim?  Se não sei o que é isso? Por isso a importância do se olhar como mulher”, alerta a psicóloga especializada em Psicoterapia Cognitivo Comportamental e formação em Sexologia Clínica.

    E fácil isso?? Xiii, acho que cada uma de nós que está lendo esse texto sabe que não. Mas a psicóloga orienta que, por mais corrido e difícil que seja, é importante para por um momento. “Aprenda a olhar para você, permita-se conhecer e ser quem você é. Escolha um dia que isso pode acontecer, um dia que estiver sozinha. Olhe para você, olhe para o seu corpo, nem que seja por poucos minutos. Se coloque na frente do espelho e se admire. Perceba cada detalhe, se toque e conheça o seu corpo e as sensações. Feche os olhos e somente sinta. Essas são algumas das ações que podem te ajudar no cuidado e a viver de maneira mais plena, conectada ao corpo e a mente”, disse.



    Segundo ela, é interessante que todos os dias comecem com a seguinte pergunta: “Como eu estou hoje?”, e a resposta seja a mais sincera possível. E você (e eu!) já fez essa pergunta hoje?


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    Vou negar não. Mas dá um trabalho danado dar conta das coisas de casa e trabalhar fora. Eu sei disso e você que passa por essa mesma rotina sabe também. E confesso: não dou conta mesmo! Tenho aprendido a fechar os olhos para algumas coisas, senão piro. Mas se tem uma coisa que tem me deixado estressada (confesso de novo!) tem sido ter que estar sempre cobrando ajuda para minha filha mais velha. Ela já tem 11 anos. Sabe fazer algumas coisas, mas se não for ali no pé, não vai não.


    Já tinha falado pra ela que iria fazer um mural com tarefas diárias para evitar o estresse de todo dia estar falando o que é para fazer. Falei, mas ainda não fiz. E esses dias dei uma pesquisada na internet para ver alguns modelos para deixar ele bem lindo, para não encontrar desculpas. Essas tarefas devem ser compartilhadas por todos que vivemos na mesma casa. Até as crianças menores mesmo podem ajudar nas atividades mais simples que estão ao alcance delas.


    Isso vai varia muito da idade delas, da quantidade de pessoas que se tenha em casa, se você conta ou não com uma outra pessoa para lhe ajudar. Mas, tenham certeza, não vai fazer nenhum mal envolvê-los, desde cedo, nas atividades. Independentemente se forem meninas ou meninos, viu! É importante para o desenvolvimento social dos nossos filhos crianças e adolescentes, fazendo-os passar a ter uma noção de responsabilidade, senso de coletividade e companheirismo e até preparando-os para a vida. Lembrando que são atividades para ajudar no nosso dia a dia, sem prejuízo para seus estudos e momentos de diversão e brincadeira.



    Sugestão de algumas atividades que os pequenos podem fazer por faixa etária:




    Crianças de 2 a 4 anos

    Crianças de 5 a 8 anos

    Arrumar os brinquedos no quarto e guardar os que brincar pela casa

    Arrumar a mochila da escola

    Ajudar a arrumar a mesa de refeição

    Retirar e levar à pia seu próprio prato

    Levar roupa suja ao cesto para lavar

    Separar roupas para vestir

    Se tiver animal de estimação, ajudar com a alimentação


    Arrumar a mesa de refeição, com atenção para vidros e talheres

    Ajudar a arrumar as compras

    Se tiver bichinho de estimação, levar para fazer as necessidades

    Dobrar e arrumar gaveta de roupas

    Arrumar seu próprio quarto

    Ajudar em algumas atividades de limpeza em casa, como limpar móveis ou passar aspirador de pó e enxugar a louça



    Crianças com 9 a 11 anos

    Adolescentes de 12 a 14 anos

    Lavar a louça

    Ajudar na preparação das refeições (sempre com supervisão de um adulto)

    Arrumar cama

    Trocar roupa de cama

    Varrer, se não a casa toda, alguns cômodos

    Limpar fogão

    Ajudar a dobrar a roupa do varal









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    Além das atividades anteriores, nessa fase da adolescência os filhos já podem também:

    Lavar banheiro

    Ir ao supermercado ou feira comprar algo

    Ir à padaria ou quitanda

    Ir à casa de um parente ou amigo próximo sozinho (depois de muita orientação sobre todos os cuidados)

    Ajudar na faxina com tarefa mais pesadas

    Ajudar na preparação das refeições