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Um espaço para um bate-papo, novidades, dicas e aquela conversinha que toda mãe ama!

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    Passada a euforia do Dia das Crianças, essa semana temos outra data comemorativa. Estão lembrados? Pois é! É o Dia dos Professores. Dia de lembrar daquele (ou daquela, na maioria dos casos pelo menos de nossos filhinhos pequenos) que cuida de nossos bens mais preciosos durante boa parte do dia.

    E a gente gosta de fazer um carinho para quem a gente gosta, não? Por isso, o Conversinha de Mãe traz hoje algumas opções de lembranças para quem não quer deixar a data passar em branco, mas não pode gastar muito dindim. Pois muitas vezes são várias professoras e aí a despesa pode fugir um pouquinho do orçamento se o presente for de valor mais elevado.


    Mas, como o próprio nome já diz, uma lembrança já vai fazer o professor se sentir prestigiado. Eu mesmo gosto de dar presentes que eu tenha tido alguma participação. Acho que fica mais personalizado, sem contar que a pessoa que recebe sente o carinho especial, pois você dedicou tempo a prepará-lo.


    Aqui algumas inspirações para que, se você ainda não comprou, possa ter alguma ideia.

    Personalizar uma caneca e um caderno é uma boa opção
    Este é do @atelierkarlamilani
    Uma caixinha com brigadeiros preparados com as crianças
    pode ficar uma delícia. Esse é do @ochadas5
     
    Umas duas caixas de lápis de cor e uma lata de achocolatado
    usada podem render um belo jarro para um arranjo de flores
    Algumas letrinhas de plástico enfeitam um jarro para arranjo de flores
    Uma almofadinha com mensagens carinhosas com certeza
    vai agradar a professora. Essa é da @lojacachepot
    Arrisque-se a fazer uns deliciosos cupcakes que ficarão
    lindos numa embalagem assim para presentear

    Alguns biscoitos caseiros num belo pote enfeitado
    são uma boa opção de presente
    Os meus aqui ainda estou preparando. Depois posto como ficaram.

    Beijos


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    Com um público superior a 3500 pessoas, o primeiro final de semana do Festival Internacional de Cinema Infantil (Fici) em Aracaju superou a expectativa de público da produção do evento que contou com 42 sessões nos três dias iniciais do Festival. "Acredito que tivemos uma grande participação do público por diversos motivos, entre eles: a qualidade da programação e atividades apresentadas, com várias sessões especiais e exibições em 3D, oficinas gratuitas e o preço de meia entrada para todos", destaca a produtora local do Fici, Deyse Rocha.
    Na sexta-feira, 10, as sessões 'Pequeno Jornalista', com a presença da repórter Priscila Andrade, e 'Novos Jovens', com a pedagoga Lilian Levy, levaram estudantes das escolas públicas ao cinema com importantes debates pós exibição dos filmes. 

    Lilian, que desenvolveu uma discussão sociológica sobre o papel do jovem atual, como observador e moldador das transformações sociais, falou sobre a sessão. “É um momento muito gratificante. Creio que o festival acertou muito quando decidiu ter essa sessão e a resposta é a melhor possível, por que a garotada vai agradecendo. É muito interessante a gente observar como eles começam na brincadeira e aos pouquinhos vão colocando as dúvidas, conflitos e semelhanças. Sou muito feliz por fazer parte desse trabalho”, conta Lilian.
    Criançada se divertiu na festa de abertura do Fici 2014
    Festa de abertura
    Na festa de abertura, que aconteceu no sábado, 11, além da exibição de nove filmes simultâneos, o dia contou com animadores,  artistas com pernas de pau e distribuição de combo- pipoca e refrigerante- além do hall de entrada decorado com balões e oficina de animação, para a alegria de garotada que participava das sessões.

    “No sábado, só na festa de abertura, tivemos 1524 pessoas prestigiando as sessões simultâneas das nove salas do Cinemark Jardins. Isso é motivo de alegria para todos nós e esperamos muito mais. O festival, pensando na responsabilidade social e no fomentar o cenário local, agrega nos públicos, disponibilizando a festa de abertura totalmente gratuita, na 11ª edição do festival em Aracaju”, conta.
    Para a professora Sandra Tavares, é sempre motivo de alegria levar as crianças para o festival. “Estou achando excelente, pois é um projeto muito interessante e didático. Além do passeio que as crianças fazem, tudo é uma festa. Trouxe meu filho e meus alunos e tudo está sendo bem divertido. Depois pretendemos fazer um trabalho em sala de aula sobre o filme que vamos assistir”, diz.

    As amigas Lara da Guarda e Fernanda Ferreira ficaram bastante satisfeitas com as atrações da festa de abertura do Fici. “Viemos com a nossa tia e gostamos muito da programação. O filme foi excelente e já queremos vir outros dias, pois tem muitos filmes que nós queremos ver e se divertir”.

    Pré-Estreia Brasil e Dublagem ao Vivo
    Entre as atrações especiais do Fici, o terceiro dia do Festival trouxe a sessão "Pré-Estreia Brasil" com a animação brasileira “Até que a Sbornia nos Separe”, de Otto Guerra e Ennio Torresan Jr. Na ocasião, o público teve contato com a co-diretora de arte do filme, Pilar Prado, que após a exibição conversou com o público. Pilar relata que foi a primeira vez que fizeram um obra audiovisual para uns espectadores mais abragentes, incluindo o público infantil. 

     “Estou bastante feliz com a resposta que as crianças deram sobre isso. Foi um processo muito longo, pois ficamos seis anos produzindo o filme , bem como pela oportunidade de única de estar aqui, pois o filme ainda não foi lançado comercialmente. Eu acho legal a reflexão que o filme traz sobre identidade, cultura, mundo globalizado”, conta Pilar.

    Para Deyse Rocha, a cidade só tem a ganhar com essas exibições. “É sempre importante, que a cada ano o Fici renove suas atividades e esse ano a Pré Estreia Brasil com o filme 'Até que a Sbornia nos Separe', com a presença da co-diretora de arte Pilar Prado. É um ganho enorme para o público sergipano, bem como para o mercado produtor nacional, que a cada ano o Fici disponibiliza um filme para estrear nacionalmente no festival", conta Deyse.

    A Dublagem ao Vivo também foi atração do Fici durante o primeiro final de semana. Com a presença dos profissionais Ronaldo Júlio e Roberta Nogueira, que dublaram em tempo real todos os personagens dos filmes. "Isso aqui pode ser encarado como uma tradução simultânea, até porque tem o som original e a gente coloca as vozes em cima e acabamos fazendo todos os personagens do filme o que no geral é um dublador para cada e com isso a gente ganha uma agilidade vocal e contracenamos com nós mesmos. É um desafio para gente como dublador e as pessoas curtem esse processo”, explica Roberta.

    A Tela na Sala de Aula
    De 13 a 16 de outubro, também acontece o projeto “A Tela na Sala de Aula”. O projeto é voltado para estudantes da rede pública de ensino. Cada filme exibido neste projeto possui um caderno com orientações pedagógicas, seguidos de sugestões de atividades, criado a partir dos parâmetros curriculares do Ministério da Educação, onde os educadores podem trabalhá-los em sala de aula, dando continuidade ao projeto.

    Durante a semana, os professores, que comemoram o seu dia na próxima quarta-feira, 15, ganham uma homenagem em especial. Acostumados a levar ao cinema seus alunos, esses profissionais ganham acesso gratuito no dia 15. "O professor, comprovando vínculo, poderá participar do Fici com direito a um acompanhante. É o dia dele, como pai ou mãe, aproveitar o evento com os filhos assistindo ao longa brasileiro 'Uma professora muito maluquinha'", destaca Deyse Rocha.

    O Fici Aracaju continua até o próximo final de semana com exibição de diversos filmes. No dia 17 de outubro, acontece “O Pequeno Cientista” nas sessões de 9h30 e 14h. O filme que será discutido é “A Marcha dos Pinguins”. 

    Festival
    Nacionalmente, o FICI completa 12 anos celebrando os números que fazem da mostra a principal do gênero no país. Do começo modesto, com apenas 15 filmes de nove países, sendo cinco do Brasil, o festival já soma hoje --- filmes exibidos e um público total superior a um milhão e meio de espectadores.

    O Festival é realizado pela Copacabana Filmes e Produções. Em Sergipe, tem a produção local da AvBr Produções. Na edição de 2014, o Fici começou em setembro nas cidades de Rio de Janeiro e Niterói, seguindo para Aracaju e Salvador (10 a 19 de outubro),  Natal (31 de outubro a 9 de novembro) e São Paulo (6 a 16 de novembro).

    Apoio
    Através de Lei de Incentivo à Cultura, o Festival tem coprodução da AvBr Produções e Espaço Z e conta com o apoio local da Casa Curta-SE, TV Sergipe, Ativa Comunicação Mundial, Superlux, Shopping Jardins e Fundação Aperipê, patrocínio do BNDES, Petrobras, OI, Outback Steakhouse, Cinemark e Prefeitura e Governo do Rio de Janeiro. A produção e realização é da Copacabana Filmes e Produções.

    Fonte: Assessoria de Imprensa
    Fotos: Jouis

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    De repente, como se fosse do dia para a noite, você percebe que aquele bebezinho que dia desses você carregava no colo com tanto cuidado, como se fosse desmontar as pecinhas, cresceu. Cresceu tanto que você custa a acreditar que ele (já!) está entrando na adolescência. Minha pequena acabou de fazer 8 anos, mas sinto que esse momento vem se aproximando, e numa velocidade que, confesso, mais rápida do que eu esperava.

    É cada vez mais comum vermos meninos e meninas passando por modificações físicas e emocionais que indicam que estão entrando na puberdade. Para muitos pais (principalmente), isso é um choque. Um misto de espanto e até certo desespero. No entanto, não há motivo para pânico. Pelo menos é o que orienta a pediatra, herbiatra e psiquiatra da infância e adolescência, Marília de Freitas Maakaroun.


    Ela foi uma das palestrantes do 13º Congresso Brasileiro de Adolescência, realizado semana passada aqui em Aracaju. O Conversinha de Mãe bateu um papo com ela para tentar esclarecer algumas dúvidas e trazer algumas orientações aos pais sobre como agir nessa fase tão importante da vida quando nossas crianças estão entrando na adolescência, um período tão lindo a vida.


    Segundo a médica, hoje temos crianças entrando na puberdade aos 8 anos e isso é absolutamente normal. No entanto, ela reconhece que para muitas mães isso ainda é um susto, embora seja um pouco mais natural que antigamente. “Mas para a criança em si entrar na puberdade aos 8 anos, quando na sala de aula no conjunto dos outros com que ele convive, a média da menarca, para as meninas, é 12 anos, isso é um choque, porque ele está vivendo um amadurecimento maior, vivendo uma perda de ritmo em relação aos seus colegas e o pensamento, a qualidade do pensamento muda”, disse.


    Como o pensamento hipotético do adulto vai emergir mais cedo, o amadurecimento biológico também acontece mais cedo, essa criança, um novo adolescente, vai ter que procurar amigos em turmas mais avançadas. Fase que ocorre normalmente entre o 4º, 5º ano. Por isso, disse Marília Maakaroun, não se pode mais nem falar em adolescência cronologicamente, mas sim do estágio maturacional. “Essa análise maturacional pode nos levar a concluir que o adolescente entra na puberdade de 8 a 13 anos”, observou.

    Marília Maakaroun: diálogo entre pais e filhos
    é fundamental na chegada da adolescência
    Como ajudar nessa fase
    De acordo com a especialista, os pais têm um papel fundamental nessa fase. A ajuda deles é fundamental. A primeira atitude, com a chegada dessa fase, é não levar um susto. “Não é transformar um fenômeno natural em uma anomalia. Tem que ver que aquela criança está se modificando, está com necessidades diferentes, está desejando o que ela não desejava como criança e por outro lado está vivendo uma ambivalência muito grande entre crescer e não crescer, entre continuar criança ou se tornar adolescente”, disse.


    Essa ambivalência, acrescentou Marília Maakaroun, acontece inclusive entre os desejos. Num momento esse novo adolescente quer ser dependente dos pais, mas tambémquer liberdade, autonomia. “Quer namorar, ter outras oportunidades, mas, de repente, também está brincando como uma criança”, contou a médica. Para ela, ao invés de reprimir e se assustar os pais precisam estar preparados para esse momento. “Nós temos que nos preparar para proteger de uma maneira muito especial, assim como a gente protege a infância, a adolescência”, orientou.


    Outra coisa muito importante apontada pela médica é a necessidade da conversa, do diálogo entre pais e filhos. Marília lembrou que os tempos modernos têm feito com que cada vez mais a realidade de nossas casas seja filho para um lado, pai para outro, mãe para outro. “Não tem conversa. Tem um transtorno desafiador/opositor que faz com que os pais sempre estejam proibindo e os adolescentes sempre querendo concessão. E aí fica esse dilema: ‘quando eu quero você não me dá; quando você quer me obriga a fazer algo; quando eu quero você acha que eu sou criança; quando você quer diz que eu já sou grande”, disse.


    A perplexidade dessa fase fica mesmo com o próprio adolescente. “Porque ele olha no espelho e não se reconhece. Ele se busca e não se vê. Na cabeça dele a imagem corporal que tem é de uma criança e aí se assusta quando percebe seu corpo modificado. E como a adolescência acontece sem o consentimento dele, como um evento biológico natural da vida, o adolescente ele não aceita as transformações, não aceita muitas vezes que tudo aquilo está acontecendo com ele e pensa que ele era muito feliz criança”, explicou Marília.


    Daí a importância de os pais se aproximarem dele, mostrando como ele está crescendo, como está se desenvolvendo. “Dizer: ‘como você está bem, cada vez maior, como está bonito crescendo’, porque eles se veem mal, justamente na época mais linda”, declarou a pediatra.


    Nessa fase, o adolescente pode reeditar algumas fases. Isso também é normal. Como não querer tomar banho, querer comer muito, de alguma forma chamar a atenção dos pais, mostrando que necessita de cuidados, mas cuidados diferentes do que recebeu deles quando era bebê. “Nesse momento que ele quer ser independente, quer autonomia, liberdade ele está mostrando que está necessitando também de cuidados. São cuidados que os pais têm que dar para o adulto que está nascendo. Por isso é preciso um diálogo permanente, porque o adolescente entende tudo, muito embora ele faça (e a gente pense) que não o que falamos entra por um ouvido e sai por outro. Ele pode até não responder, mas eles ouvem e entendem tudo”, afirmou Marília Maakaroun.


    Beijos


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    Dinheiro curto, hora de colocar a criatividade pra funcionar. Se bem que eu gosto mesmo de colocar a mão na massa, inclusive quando o assunto é presente. Essa semana postei aqui algumas opções de presente para o Dia do Professor que davam pra gente fazer em casa.

    Pois bem, as de minha filha Beatriz eu mesmo fiz. Não foi um preseeeente, mas apenas uma lembrancinha, para a data não passar em branco. Fiz essas sacolinhas personalizadas com algumas trufas de chocolate dentro.
    Para isso usei:

    - Sacolas de papel kraft com alça

    - Toalhinhas rendadas de papel

    - Botões coloridos com motivo infantil

    - Linha de crochê

    - Etiquetas com o tema escolhido para a sacolinha (você mesmo pode fazer em casa e imprimir)

    - Folhas de papel de seda

    - Cola em bastão

    - Miniperfurador de papel

    Cole a etiqueta com o tema no círculo da toalhinha de renda e depois cole esta no centro da bolsa. Depois faça duas perfurações na sacola, por onde passará a linha de crochê. Com o botão com motivo infantil e a linha de crochê sua sacolinha será fechada. Dentro, coloquei folha de papel de seda amassada e cortada em tirinhas para acomodar as trufas de chocolate.

    Ficaram simples, mas muito bonitinhas, não acham?

    Beijos


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    No próximo domingo, dia 19, começa o horário de verão nos Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste do Brasil. Os relógios deverão ser adiantados em uma hora, até o dia 22 de fevereiro do próximo ano. E, embora o horário de verão aconteça todos os anos, e sempre a mesma coisa: quase todo mundo reclama, é uma hora a menos de sono, o corpo sente, o enfado bate, etc e tal.

    E para que a mudança no relógio seja sentida com o menor impacto possível pelo corpo, a psicóloga Carmen Alcântara, especialista em distúrbios do sono, sugere uma adaptação gradual. “Vale a pena fazer um preparo antes do início do horário de verão, principalmente em crianças até cinco anos”, observa.


    A sugestão é que, dias antes, as crianças sejam colocadas para dormir 15 minutos mais cedo a cada dia, até chegar a uma hora a menos do horário habitual da criança dormir. O mesmo esquema deve ser adotado pela manhã, acordando a criança 15 minutos mais cedo. “Para crianças maiores de cinco anos, esse processo pode ser feito dois dias antes, levando a criança para cama meia hora mais cedo nas duas noites que antecedem a mudança do horário e acordando também, meia hora mais cedo dois dias antes”, complementa Carmen. Já os adultos, basta que no domingo durmam mais cedo para não se sentirem muito cansados na segunda-feira.


    A manobra de adiantar os relógios para aproveitar melhor as horas de sol e, assim, economizar energia, pode atrapalhar a qualidade do sono no começo, mas não causa nenhum distúrbio do sono na criança, garante a psicóloga. “Mesmo que elas se ressintam nos primeiros dias e até na primeira semana (caso não tenha sido feito um preparo), o relógio biológico irá se adaptando gradativamente à mudança, desde que sejam mantidas as rotinas e ritmos da criança”.


    Então, força pra quem está em regiões que terão o horário de verão. Não é o meu caso aqui no Nordeste.


    Beijos


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    Fonte: Bruna Ramos - Portal EBC


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  • 10/21/14--17:29: Dodói em dose dupla
  • Nesses quase dois anos como mãe de duas, pela primeira vez experimentamos aqui em casa o que é ficarem doentes as duas de vez. Gente, é coisa de louco! Os últimos dias não foram nada fáceis. Febre, dor de cabeça e vômito. Junte isso em dose dupla e a equação resulta em noites sem dormir, idas e vindas à urgência (pra completar a pediatra delas está de férias fora do país), remédios, muitos remédios, furadas, e ter que desdobrar a atenção para as duas por igual, ainda mais.

    Graças a Deus, agora as coisas estão voltando (ufa!!!) ao seu eixo normal. Foi uma experiência que eu preferia não ter tido. Mas só posso agradecer a Deus porque não foi nada mais grave, apesar que qualquer coisinha com os nossos pequenos já deixa a gente preocupada e com o coração na mão. Mas é num hospital que a gente vê quantos casos mais complicados e difíceis que o nosso existem. Então, só tenho que agradecer a Deus por ser tão generoso conosco, a meu marido pela ajuda de sempre (ai o que seria de mim sem ele!), minha família e minhas amigas que estiveram orando por nós.


    Então, muita saúde pra todos nós.


    Beijos


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    Retomando a rotina aqui no blog depois do começo de semana tumultuado... Ainda bem que aproveitamos o final de semana. E, claro, fomos acompanhar os últimos dias do Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI) que aconteceu aqui na cidade. Bem legal, com cinema para a garotada. Aqui em Aracaju, a programação aconteceu do dia 10 ao dia 19 de outubro. Nessa 11ª edição do Festival aqui na capital sergipana, o Cinemark Jardins recebeu um público de cerca de 12 mil pessoas que foram prestigiar o evento que recebeu mais de 100 produções de qualidade ao público infanto-juvenil.

    Enquanto a criançada era recepcionada por artistas circenses com pernas de pau e muita brincadeira, as telinhas do Cinemark exibiam, de forma simultânea, filmes nacionais e obras produzidas em mais de 25 países como França, Estados Unidos e Canadá. Minha Bia aproveitou sábado para fazer uma “tatuagem” para deixar registrado o FICI.

    Bia e sua tatoo temática
    A produtora local do Festival, Deyse Rocha, acredita que o FICI em Aracaju cumpriu sua missão, ao oferecer a oportunidade de articulação entre os jovens e aqueles que fazem cinema.  “A cada edição o festival consegue se superar, quer seja em público, quer seja em sua programação. Este projeto promoveu um intercâmbio entre sala de aula e cinema, onde tivemos a presença de muitas escolas e crianças que vieram pela primeira vez ao cinema. Isso é motivo de muita alegria e emoção para todos nós”, conta a produtora.

    Sessões especiais

    Durante o Festival, os filmes foram exibidos ao público através de sessões temáticas, a exemplo do “Pequeno Jornalista”, que permitiu ao público mirim aliar as reflexões da obra assistida com alguns conceitos jornalísticos apresentados pela jornalista sergipana Priscila Andrade.


    A Mostra “Novos Jovens” também integrou a programação do FICI, em Aracaju, a partir de filmes que retrataram a desconstrução de conflitos naturais na pré-adolescência, além das diversas motivações de crianças, independentes da realidade a qual vivenciam. A psicóloga Lilian Levy foi a responsável pelo debate.

    Rebeca toda na pose conferindo a programação
    Em continuidade às atividades do Festival, as crianças participaram de uma dinâmica que integrou ciência e cinema na sessão “Pequeno Cientista”, proporcionado discussões acerca do filme apresentado (A Marcha dos Pinguins) com a presença da bióloga Silvânia Vieira. 

    Já a sessão "Pré-Estreia Brasil" trouxe a animação brasileira “Até que a Sbornia nos Separe”, de Otto Guerra e Ennio Torresan Jr, inédita em Aracaju.  Na oportunidade, o público teve contato com a codiretora de arte do filme, Pilar Prado, que interagiu com público após a exibição.


    O Festival

    O Festival Internacional de Cinema Infantil é realizado pela Copacabana Filmes e Produções. Em Sergipe, teve a produção local da AvBr Produções. Nacionalmente, o FICI completa 12 anos celebrando os números que fazem da mostra a principal do gênero no país. Do começo modesto, com apenas 15 filmes de nove países, sendo cinco do Brasil, o festival já soma hoje 570 filmes exibidos e um público total superior a 1 milhão de espectadores.


    Através de Lei de Incentivo à Cultura, o Festival tem coprodução da AvBr Produções e Espaço Z e conta com o apoio local da Casa Curta-SE, TV Sergipe, Ativa Comunicação Mundial, Superlux, Unit, Infonet, Shopping Jardins e Fundação Aperipê, patrocínio do BNDES, Petrobras, OI, Outback Steakhouse, Cinemark e Prefeitura e Governo do Rio de Janeiro. A produção e realização é da Copacabana Filmes e Produções.


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    Foto 1: Jouis


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    Quando o carteiro passou hoje lá em casa, ele deixou a coleção nova de livrinhos infantis doada pelo Itaú. Todos os anos sempre participo e solicito a minha coleção. É grátis!! Esse ano foram dois livros: “Papai”, de Phelippe Corentin; e “Gato pra cá, rato pra lá”, de Sylvia Orthof.

    Se você ainda não pediu, é fácil. Basta estar disposto a ler para alguma criança e acessar o endereço eletrônico https://www.itau.com.br/crianca/pratique/. Em poucos dias (a minha não demorou nem 30 dias) a coleção chega na sua casa.

    Os selos da minha encomenda vinda diretamente
    do reino dos contos de fada e do mundo da imaginação
    Ah, além do estímulo à leitura, a coleção está com uma dica bem legal. É a troca de livros infantis, uma boa maneira de a criança ter sempre novas histórias para ler. É fácil participar. A troca é toda feita pela internet. Para se informar melhor sobre isso, basta acessar o http://www.skoob.com.br/skoobinho/como_funciona/.

    Fica a dica então.


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    No começo do mês, teve um evento bem bacana aqui na cidade (até postei aqui no blog), o Picnic Shop, quando várias empresas de moda e decoração infantil estiveram reunidas no mesmo espaço. Uma das agradáveis surpresa foi a presença da grife baiana Adocica. Eles ainda não têm loja aqui em Aracaju, mas aproveitaram o Picnic Shop para apresentar a marca às mamães e papais sergipanos.

    Amei! Não sei se já falei aqui, mas minha caçulinha Rebeca está numa fase que a roupa que ela ama é vestido. Mesmo com menos de dois anos já escolhe roupinha e fala: “Qué vestido, mamãe. Vestido linda!”. O estande da Adocica foi o primeiro que visitamos e ela se apaixonou pelos vestidinhos da estilista Úrsula Quaresma. Acho que pelas fotos dá pra ver a felicidade dela vestida, né?

    Vários modelinhos fofos direcionados ao público infantil
    São vestidos bem leves e com cara de criança. A marca apresenta design contemporâneo, conceito e alta qualidade em seus produtos de moda direcionados ao público infantil. Não tem só pra menina, não! Tinha umas camisas com estampas lindas para meninos.
    Estande da Adocica no Picnic Shop
    Úrsula revelou ao Conversinha de Mãe que, por conta dos inúmeros pedidos, já está pensando em lançar a loja virtual pra possibilitar que mamães de todo Brasil possam conhecer e comprar Adocica. Por enquanto, dá pra conhecer um pouco do trabalho da estilista através do site http://www.euamoadocica.com.br e do perfil no Instagram (@euamoadocica).


    Beijos


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    Foto: Daniel Pink
    Toda mãe concorda que ter filhos é maravilhoso! Mas se você é mãe de duas ou mais crianças, também sabe que os desafios da maternidade adquirem aspectos bem diferentes neste caso. Um deles é fortalecer o relacionamento entre os irmãos. Como fazer com que eles se entendam e briguem um pouco menos, por exemplo? Ou como conciliar o relacionamento de irmãos com idades muito diferentes?

    As brigas, a resistência em compartilhar ou os surtos egoístas são comuns no relacionamento entre irmãos. O bom é que eles também são capazes de ser os melhores amigos e arrancar sorrisos dos pais corujas quando se abraçam, dão risadas juntos ou viram parceiros de brincadeiras.

      
    As dicas para fortalecer o relacionamento entre os irmãos não têm a pretensão de acabar com as brigas. Elas estão incluídas no pacote de dois filhos ou mais. Ao invés disso, a ideia das atividades é fazer com que existam mais dos momentos bons de amizade e parceria do que os de conflito. Nada mais são do que atividades que incentivam as crianças a serem companheiras, brincarem juntas e apreciarem a companhia um do outro.


    1.      Competir contra os pais

    A competição por si só não ajuda exatamente a fortalecer os laços entre irmãos. Mas reúna as crianças em algum jogo onde elas têm que competir contra a mamãe e o papai, e veja como seus filhos vão se unir rapidinho. As atividades físicas são ideais: pega-pega, esconde-esconde ou pistola de água. É a motivação ideal para os seus filhos trabalharem juntos e vencerem os adultos.


    2.      Super Bagunça

    Sabe aquelas brincadeiras que bagunçam a casa inteira ou sujam toda a cozinha? Pode ser construir um castelo com as almofadas do sofá, tomar banho de mangueira ou ajudarem a mamãe a fazer uma massinha caseira para brincarem onde quiserem. As crianças adoram atividades que parecem sair do padrão normal de arrumação da casa e a alegria geral supera qualquer conflito.


    3.      Faça aniversários especiais

    Não se trata de uma super festa ou brinquedos caros, mas fazer o dia do aniversariante especial. Seu filho pode escolher o que comer, as brincadeiras favoritas, jogos, atividades, qualquer coisa. A ideia principal é na verdade todos passarem o dia juntos e em família. Como o foco do dia é torná-lo especial por meio de atividades, brincadeiras e até comida, no fim das contas as crianças se envolvem e não sobra espaço para ciúmes ou discussões. Além disso, os irmãos sabem que terão um dia só pra eles também.


    4.      Festa do Pijama

    Uma ou duas vezes por ano, faça a festa do pijama. Leve os colchões para a sala, os livros de história, alguns biscoitos e deixe as crianças curtirem uma noite dormindo (ou quase) amontoados, rindo juntos e comendo biscoitos até tarde. Pode ser durante as férias escolares, quando as crianças não têm que acordar cedo, ou se tornar uma tradição em uma data especial como Natal ou Ano Novo.

         

    5.      Tempo de qualidade

    Passar um tempo juntos em família é a melhor forma de incentivar os irmãos a se tornarem amigos e parceiros. Fazer passeios, programar atividades e brincadeiras, cozinhar ou viajar juntos. Seja qual for o programa favorito da sua família, faça mais vezes. São justamente esses momentos que farão parte das melhores memórias de infância dos seus filhos. Serão muitas oportunidades para os seus filhos começarem uma conversa com a frase: “lembra quando a gente...”


    Enfim, as discussões entre os seus filhos vão acontecer, mas as gargalhadas e abraços também. No final do dia, você vai ver que eles se amam e se importam uns com os outros. Mesmo que por instantes, você não saiba como arrumar o quarto do seu filho antes que ele chegue da escola e veja que o irmão mais novo riscou tudo de canetinha.


    E vocês, o que fazem para incentivar o bom relacionamento entre os irmãos? Conta pra gente! 


    Beijos


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    A Biblioteca Pública Epifânio Dória (BPED) realizará na próxima sexta-feira, 31, a partir das 17h30, o I Sarau do Terror. A ideia é celebrar o Dia das Bruxas e o Dia do Saci (ambos comemorados na mesma data) através de atividades que misturem leitura e diversão.

    As histórias de suspense e terror serão o tema do evento literário. “Nosso encontro terá contos de terror, cordéis com a mesma temática e contação de causos caipiras”, explica a diretora da Bibioteca Epifânio Dória, Mirian Elorza. 


    “Essa ação já acontece em uma biblioteca comunitária de São Paulo. Resolvemos fazer a mesma atividade aqui em Aracaju, pois percebemos que a ideia teve uma boa repercussão e agradou ao público infantil-juvenil”, justifica Mirian.  

    O clima de suspense tomará conta do local que será totalmente ornamentado para receber os participantes. O uso de fantasias também será liberado. O evento é aberto ao público e quem desejar buscas mais informações deve ligar para o número (79) 3179 1907. A BPED está localizada na Rua Dr. Leonardo Leite, s/n, bairro 13 de Julho.


    Beijos

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    Fonte: Ascom/Secult

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    Com Rebeca prestes a completar dois anos, tenho percebido que está chegando o momento de ela fazer a transição do berço para a caminha. Não. Ela ainda não caiu do berço, nem tentou de forma mais incisiva sair dele. Mas tenho sentido que está perto de essa mudança ser necessária. Por outro lado pensou que meu “sossego” terminará. Pois “espoletinha” como ela é vai bastar abrir o olho para sair do quarto dela para o meu. Mas, fazer o quê, faz parte do ofício de mãe, né?


    Normalmente essa mudança do berço para a cama acontece depois de um ano e maio até os três ou um pouquinho mais que isso. Depende muito da criança e da família. Algumas, por sinal, estão cada vez mais optando por quartos sem berços. Mas isso é assunto para outro post.


    Na hora que decidir por essa transição é importante ter certeza que a criança está pronta para essa mudança. Certifique-se também que a casa esteja bem segura, porque, como disse, na cama a circulação da criança é mais livre pela casa. Por isso é fundamental que os ambientes mais perigosos, como cozinha, banheiro e área de serviço estejam sempre fechados na hora que ela possa acordar e sair da cama, enquanto todos dormem.


    Para deixar a criança mais empolgada com a mudança, peça a colaboração dela na escolha do modelo da caminha, dos lençóis e até mesmo na escolha de alguns itens que venham ser modificados com a troca dos objetos do quarto. Faça-a sentir que está crescendo, por isso está deixando o bercinho.


    Para ajudar na escolha, o Conversinha de Mãe selecionou alguns modelos de camas para criança que, com certeza vão deixar os pequenos empolgados com essa nova fase.

    Cabeceira modelo casinha. Dá pra colocar livrinhos pra ler antes de dormir

    Modelo Íris, da J&A, com proteção lateral

    Modelo provençal Belle, da Pura Magia

    Da TokStok, com proteção baixa na lateral

    Pra quem quer aproveitar o quarto pra dois,
    esse modelo beliche em madeira crua, da TokStok

    Quarto pra 2 ou 3: beliche com cama auxiliar;
    detalhe da prateleirinha ao lado, também da TokStok

    Fofa: cama-casinha, pra dormir e brincar, da TokStok

    Outro modelo com lateral mais fechadinha, da TokStok

    Cama modelo Meu Fofinho, da Art in Móveis, com proteção lateral
    Gostaram?

    Beijos


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  • 10/28/14--05:42: No mundo das brincadeiras
  • A novidade no DVD aqui em casa é a nova e segunda aventura do Mundo Bita. No DVD “Bita e as Brincadeiras, a turminha traz músicas que falam sobre brincadeiras, algumas delas que normalmente nem fazem parte do cotidiano das crianças de hoje, como esconde-esconde e pipa. Mas acho que o legal é justamente isso: resgatar e chamar atenção para brincadeiras antigas, saudáveis e que acabam por envolver as crianças com outras crianças.


    São 11 músicas autorais, com muito colorido e animação pra atrair a garotada. O DVD (tem o CD também) traz ainda três faixas bônus com músicas temáticas de Carnaval, Natal e Bita e o futebol (estas só presentes no CD). O DVD daqui de casa pedi pelo site da Saraiva (sem publicidade, viu, gente!!!) e retirei aqui na loja, pra não pagar frete. Foi R$ 19,90.

    Fica a dica.


    Beijos


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    Nesta quarta-feira, 29, a Biblioteca Infantil Aglaé Fontes de Alencar (Biafa) realizará diversas atividades em comemoração aos seus 40 anos de existência. As atividades terão início às 9 horas, com uma contação de histórias muito especial, feita pela própria escritora Aglaé Fontes, que empresta o nome à Biblioteca Infantil.


    Durante o evento, também será realizada a premiação dos vencedores do concurso de redação “A biblioteca dos meus sonhos”, criado especialmente para o aniversário da biblioteca. O evento segue até o fim do dia com atividades de contação de histórias para crianças de escolas da rede pública. À tarde, a contação tem início às 15 horas. Programinha bem legal pra criançada.


    Beijos


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    Embora pareça estranho, mas as crianças também são vítimas de acidente vascular cerebral (AVC), muitas vezes, de maneira fatal. A doença é a que mais mata pessoas no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). No ano de 2008, foram quase 6 milhões de pessoas mortas por AVC no mundo. Nesse mesmo ano, apenas no estado de São Paulo, foram 266 registros de casos da doença em crianças, sendo que 26 delas foram a óbito, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde.


    Semana passada, aqui no estado foi noticiado o caso de uma garota de 12 anos que passou mal na escola, com fortes dores de cabeça e vomitando. Foi levada para um hospital, onde foi diagnosticada com uma “virose”, medicada e liberada. Em casa voltou a ter os mesmos sintomas. Levada a outro hospital, outro médico deu o diagnóstico: a menina tinha tido um acidente vascular cerebral e ela estava em coma.


    Hoje, é celebrado o Dia Mundial de Combate ao AVC. Data propícia para levantar o alerta também para o combate ao AVC infantil. No final do século XX e começo do XXI, os principais centros de pesquisas começaram a se preocupar em caracterizar um grupo particular de crianças com AVC – que era antigamente classificado como paralisia cerebral.


    Na década de 1990 no Brasil, a neurologista Maria Valeriana Leme de Moura Ribeiro, professora de Neurologia Infantil da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criou equipe de estudos sobre AVC infantil, incentivando o início de pesquisas nessa área e alertando: “Precisamos divulgar que AVC na criança existe e, a conscientização e valorização da doença é fundamental”, diz a neurologista.


    Campanha de conscientização

    A equipe de estudos sobre AVC infantil do Departamento de Neurologia da Unicamp foi reconhecida pela International Pediatric Stroke Study (IPSS) do Canadá, EUA e Inglaterra; juntamente com o grupo do Chile, estes pesquisadores brasileiros são considerados representantes da América Latina em pesquisa do AVC pediátrico.


    A Campanha Nacional de Conscientização do AVC Infantil, lançada no país em 9 e 10 de outubro de 2014, por ocasião do VIIIº Congresso Paulista da ABENEPI terá duração de oito meses, terminando em maio de 2015, mês do AVC na criança nos Estados Unidos. “Divulgamos a doença nos ambientes de ensino, mas a caminhada seguia lenta, Com essa campanha, aceleraremos o passo, atingindo muito mais médicos e estudantes”, conclui Valeriana.


    A doença

    De acordo com dados do Baltimore Washington Cooperative Young Stroke Study, crianças com anemia falciforme apresentam 200 vezes mais chances de AVC; outras causas que devem ser lembradas são: cardiopatias congênitas, varicela, vasculopatias vasculites, meningencefalites, malformações dos vasos cerebrais, aneurismas; e, lembrar que em quadros isquêmicos, 5% das crianças sofrem de doenças hematológicas.


    Há casos que o AVC pode ocorrer no período pré-natal. “Esse, em geral, acontece em mães gestantes que apresentam, por exemplo, trombose venosa em qualquer local do organismo, que passa para o feto intra-útero”, informa Valeriana.


    Isso em geral acontece no terceiro trimestre da gestação, mas os sinais no bebê são reconhecidos tardiamente. “Com dois ou três meses de vida, verifica-se que o bebê não movimenta um lado do corpo”, explica, e o AVC intra-útero somente pode ser comprovado por meio de exames de imagens.


    É importante ressaltar que, diferentemente dos adultos, as causas são de difícil reconhecimento e, aproximadamente, 25% das crianças que sofrem AVC não têm etiologia identificada.


    Antes de iniciar o tratamento e prevenir a reincidência, é necessário reconhecer os fatores de riscos que levaram a esse quadro, fatores sanguíneos, cardíacos e infecciosos. “Uma criança de dois anos de idade que repentinamente evidencia uma hemorragia ou obstrução de um vaso, interrompendo a circulação cerebral, raramente vai se queixar de dor de cabeça, tontura ou braço fraco, mas chora e procura o colo da mãe”, esclarece a neurologista.


    Com presença de sintomas graves identifica-se nos pais ansiedade e nervosismo, uma vez que o filho está inconsciente, com mudança no comportamento, na coordenação motora e, por vezes, perde a fala. Por isso, também, devem ser reconhecidas e entendidas as condições dos pais que levam a criança ao pronto-atendimento, ao par de um atendimento imediato e adequado.


    Na evolução a médio e longo prazo as sequelas neurológicas mais frequentes são a hemiplegia com alterações motoras e sensitivas, distúrbios sensoriais, e perceptivos. Outros distúrbios neurológicos de gravidade variável podem também surgir após o AVC, como diminuição da habilidade para a leitura, déficit de memória, além de dificuldades linguísticas, rebaixamento intelectual e epilepsia.


    Atualmente, 200 a 250 milhões de paciente adultos sofrem de AVC no mundo; em crianças os números são de 13 a 15 milhões de casos. No Brasil não há, ainda uma avaliação precisa dos números, entretanto, sabe-se que a ocorrência é maior no período perinatal. “Em um berçário de risco, como o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM), da Unicamp, registramos casos em uma criança para cada quatro mil nascimentos vivos¨, comenta.


    Beijos


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    Com informações da Assessoria de Imprensa


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    Quando falamos de finanças para os casais, é importante cuidado para evitar brigas, pois é muito comum. Para se ter ideia, pesquisa do SPC Brasil aponta que 16,7% dos brasileiros casados afirmam que a maneira como eles gastam o próprio dinheiro é motivo de briga dentro de casa. Assim, a primeira dica é sempre muito diálogo. O mais adequado é construir um orçamento familiar. A partir deste momento, deve haver a definição de quem paga o quê. É possível ter uma conta conjunta para que esses compromissos sejam pagos.


    Porém, é essencial avaliar a possibilidade de cada um ter sua conta corrente, para questões relacionadas a pagamentos, definindo os limites, pois cada um pode ter seus próprios gastos. Já quando o assunto é investimento se faz em conjunto, se poupa mais dinheiro e obtém melhores resultados.


    Outro ponto que deve ser tratado de forma diferenciada é em relação à aposentadoria. Esse investimento deve ser para cada um, lembrando que, quem não construir sua aposentadoria, um dia, terá que pedir dinheiro para alguém, certo?  O segredo, então, é colocar tudo na mesa, nunca esquecendo que o assunto mais importante a ser conversado não são as despesas, e sim os sonhos e desejos individuais e coletivos. É muito comum os sonhos serem deixados de lado, mas, acredite, esse é o erro capital de milhões de casais.


    É importante estar atento, colocando sempre, no mínimo, três sonhos – curto (até um ano), médio (de um a dez) e longo prazo (acima de dez anos) –, todos acompanhados de informações básicas, como quanto custa, quanto será guardado e em quanto tempo se pretende realizar. Caso contrário, não serão sonhos, e sim verdadeiros pesadelos para os casais, podendo “esfriar o relacionamento”.


    É preciso reforçar que, mesmo tendo contas separadas, quando se opta pelo casamento, é preciso não discriminar quem ganha mais ou menos. Trata-se de uma família e, neste caso, a receita deve ser pensada e somada para todos que dela participam. Assim, se deve definir um limite de gasto para cada um e fazer com que ele seja respeitado. Caso isso não ocorra, deverá ser motivo de diálogo.


    Veja algumas orientações:

    - Reuniões frequentes entre o casal para debater as finanças, porém, diferente do que ocorre frequentemente, esse não deve ser um momento apenas de tensão, mas sim de projeção;


    - Estabeleçam sempre sonhos de curto, médio e longo prazo, lembrando que também se deve ter objetivos coletivos e individuais;


    - Um ponto que geralmente é foco de divergências é o padrão de vida que o casal leva, assim, faça um diagnóstico financeiro e, com os números reais da vida financeira, ajuste o padrão dentro dessa lógica;


    - Outro motivo de briga é o fato de um dos parceiros ser mais acomodado. É importante entender que cada um possui um estilo, assim, recomendo a busca de um meio termo, com regras bem estabelecidas e não ficar batendo sempre na mesma tecla;


    - O ponto fundamental é que, quando só um dos parceiros trabalha externo, também deve se ter a preocupação com a vida financeira em longo prazo, no caso aposentadoria;


    - Caso tenham filhos, é preciso inclui-los na conversa sobre dinheiro e, mais do que isso, também devem chegar a um acordo sobre como será a educação deles em relação ao dinheiro;


    - Se um dos parceiros fez alguma ação errada em relação ao dinheiro, lógico que haverá um nervosismo inicial, por isso, tente deixar o debate para um momento no qual já conseguiu se acalmar um pouco e refletir sobre o ocorrido. Contudo, não finja que nada ocorreu, guardar pode causar “estouros” futuros;


    - Lembrem-se, é nas dificuldades que vemos com quem realmente podemos contar. Assim, em caso de crise financeira, em vez do distanciamento, o ideal é buscar estar mais perto de quem gostamos.


    Beijos


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    Fonte: Reinaldo Domingos, educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira e da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), autor de livros como “Terapia Financeira”, “Papo Empreendedor”, “Eu mereço ter dinheiro”, “Livre-se das Dívidas”, “Ter Dinheiro Não Tem Segredo” e das coleções infantis “O Menino do Dinheiro” e “O Menino e o Dinheiro”.


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    Foi lançada nesta quinta-feira, dia 30, a Campanha Nacional de Vacinação contra a paralisia infantil e o sarampo. O objetivo do Ministério da Saúde é manter a erradicação da pólio e garantir a eliminação do sarampo no Brasil. A campanha começa no dia 8 de novembro. A expectativa é que mais de 11 milhões de crianças sejam vacinadas até o dia 28 de novembro.



    Este ano, o Dia D de Mobilização Nacional será realizado em duas datas: no primeiro dia da campanha, 8 de novembro, e no dia 22. A meta é atingir a cobertura vacinal de 95% do público-alvo. Contra a poliomielite – responsável pela paralisia infantil – devem ser vacinadas crianças de seis meses até menores de cinco anos.


    Já a vacina tríplice viral, destinada à vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola, será aplicada em crianças de um ano a menores de cinco anos. A estimativa é promover a vacinação de 10,9 milhões de crianças. O Ministério da Saúde distribuirá cerca de 12,5 milhões de doses da vacina. A campanha de seguimento contra o sarampo será realizada em todos estados e no Distrito Federal, sendo que no estado do Ceará e em alguns municípios de Pernambuco a vacinação foi antecipada para interromper a cadeia de transmissão do vírus devido ao registro de casos da doença em 2013 e 2014.


    Desde 1990 o brasil está livre da poliomielite, sem ocorrência de novos casos e em 1994 o país recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem em seu território. Por isso a vacinação é fundamental para evitar a reintrodução da doença no Brasil, pois em outros países ainda há a ocorrência da pólio.


    Os casos de sarampo têm voltado a ocorrer no Brasil, importados ou relacionados à importação, com concentração deles nos estados do Ceará e Pernambuco. O sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade. A única forma de prevenção é por meio da vacina.


    A campanha

    A Campanha Nacional de Vacinação foi lançada hoje pelo Ministério da Saúde, que apresentou as peças publicitárias que começarão a ser veiculadas já na próxima semana com personagens bem presentes no atual universo infantil: a Peppa Pig e os Minions, além de se inspirar também nos mangás, histórias em quadrinhos de origem japonesa.


    Então não vamos esquecer de levar nossos pequenos para vacinar.


    Beijos


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    Fonte: Agência Saúde


    Foto: Erasmo Salomão/MS


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    Cada vez mais brasileiras estão esperando chegar até os 30 anos ou mais para ter o primeiro filho, principalmente as que possuem mais anos de estudo. A conclusão é do estudo “Saúde Brasil”, que faz um raio x da saúde do brasileiro, apontando tendências em áreas como taxa de natalidade e fecundidade, mortalidade, surtos, epidemias e doenças. Segundo a pesquisa, o percentual de mães na faixa etária de 30 anos cresceu na última década, passando de 22,5% em 2000 para 30,2% em 2012. Já o número de mulheres com menos de 19 anos que tiveram filhos caiu de 23,5% para 19,3% no mesmo período.


    Outra constatação do estudo é que quanto maior a escolaridade, maior a idade da mãe no momento do parto, sobretudo as “de primeira viagem” (que informaram não ter filhos anteriormente). Entre aquelas com níveis mais elevados de escolaridade (12 anos ou mais de estudos), o nascimento do primeiro filho acontece com elevada frequência após a mãe completar 30 anos ou mais de idade (45,1%). Já entre as com menor escolaridade, com até 3 anos de estudo (51,4%) ou com 4 a 7 anos de estudo (69,4%), mais da metade foram mães com menos de 20 anos.


    “O Brasil segue uma tendência observada em países desenvolvidos, com a inserção ainda mais forte da mulher no mercado de trabalho, com mais acesso aos métodos anticoncepcionais. Com isso, a mulher planeja melhor sua gravidez“, explicou a Diretora do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde, Thereza de Lamare. A maior quantidade de mães com 30 anos de idade ou mais está concentrada nas regiões Sudeste e Sul, representando respectivamente 34,6% e 33,6% dos nascimentos. No Centro-Oeste a taxa foi de 28,8%, seguido do Nordeste com 26,1% e o Norte com 21,2%.


    Os dados revelam ainda uma tendência de queda no número de nascidos vivos, fortalecida pela diminuição das taxas de fecundidade em todas as regiões do país. Entre 2000 e 2012, houve redução de 13,3% no número total de nascimentos e, desde 2005, as taxas de fecundidade no Brasil têm sido inferiores ao nível de reposição populacional, em média mundial de 2,1 filhos/mulher. Em 2012, essa taxa foi ainda mais baixa, alcançando o valor de 1,77 filhos/mulher (redução de 22,7% em relação a 2000).


    Com exceção da Região Norte (índice de 2,24 filhos/mulher), todas as demais regiões apresentaram taxas de fecundidade total inferiores ao nível de reposição. O menor valor foi encontrado no Sul, onde a taxa alcançou 1,66 filhos/mulher. Seguindo essa tendência, o processo de envelhecimento populacional deverá se intensificar e, em duas décadas, prevê-se uma estabilização do crescimento demográfico, com perspectivas de redução do tamanho da população brasileira.


    “O estudo aponta uma tendência já observada por outras instituições, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por isso, o governo tem investido muito em informação e políticas que promovam o envelhecimento saudável, como a própria política de doenças crônicas não transmissíveis, lançada nesta semana. Não temos dúvidas que a saúde se fortalece mais quando atrelada a ações de educação, esporte, cultura, desenvolvimento social”, finalizou a diretora.


    Beijos


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    Fonte: Agência Saúde


    Foto: MariyaL

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    Foto: Accioly
    Voltar ao trabalho depois da licença-maternidade. Esse talvez seja um dos maiores questionamentos de várias mães antes mesmo de iniciar a licença-maternidade. Pensar (e decidir!) com quem ficará seu filho nos primeiros meses de vida, quando você precisa se afastar um pouco para retomar a rotina de trabalho não é tarefa simples. Muito pelo contrário. Quem (como eu) tem a felicidade de ter uma mãe disposta a ajudar nessa tarefa tirou a sorte grande. Mas muitas avós não têm condição ou a mãe não quer essa opção e aí é preciso partir para um plano B.
    Os berçários têm sido cada vez mais procurados pelas mamães que procuram um local especializado, que ofereça proteção, um ambiente adequado para essa primeira fase da criança, onde ela possa ficar, se alimentar e ser estimulada adequadamente, além do convívio social com outros bebês e pequenos de sua idade.

    Juliana buscava segurança e interação para a pequena Fernanda (foto: divulgação)
    Foi justamente por perceber que sua filha Fernanda, hoje com 3 anos de idade, ficava muito entediada em casa, sem outras crianças para interagir, que a nutricionista Juliana Teixeira da Silva pensou em procurar um berçário para que ela ficasse. Ela conta que depois da licença-maternidade, a menina ficava com uma pessoa de sua confiança em casa, passou pela experiência em um berçário, desistiu e a pequena voltou a ficar em casa.

    “Mas comecei a perceber que ela ficava entediada, sem outras crianças para brincar e muito agitada. Quando soube que o Berçário Dona Cegonha estava para inaugurar, resolvi visitar, conhecer a proposta do local e gostei muito da estrutura e do que eles se propunham a oferecer”, disse Juliana. E, assim, Fernanda, aos 2 anos de idade, foi a primeira aluninha do Berçário e Hotelzinho Dona Cegonha, que agora no final de outubro completou um ano de inaugurado.


    A princípio, Juliana deixava a filha meio período para se adaptar, adaptação essa que foi tão boa que agora ela fica horário integral. Lá, se diverte com os coleguinhas de sua idade, aprende, participa das atividades recreativas, musicalização, almoça, enfim, tudo! “Ela gosta bastante. E eu fico muito tranquila, porque eles são muito cuidadosos com as crianças, receptivos e isso ela mesmo conversa com a gente que gosta do pessoal”, disse Juliana. Como nutricionista, a mamãe contou que o fato de o berçário ter uma nutricionista que faz toda consultoria da alimentação servida aos bebês e crianças também pesou muito na sua decisão.

    Dona Cegonha (sentido horário):1 – fachada; 2 – ateliê de artes;
    3 – berçário I; 4 – parque externo (fotos: Accioly)
    A pequena Luiza, de 9 meses, chegou ao berçário aos 3. A mamãe Isabelle Duarte, advogada, tinha em mente desde o início que não queria babá. Ter alguém fora do seu círculo de convivência dentro de casa nunca esteve em seus planos. Então, três meses depois que Luiza nasceu ela voltou a trabalhar e levou a menina com ela para o escritório. “Não queria deixar de amamentar exclusivamente até o sexto mês. Então levava ela comigo para o escritório”, revelou.

    Depois dos seis meses, já com Luiza começando a comer outros alimentos, ela procurou um berçário e chegou a visitar alguns. “Fiquei encantada com a estrutura do Dona Cegonha. E uma das coisas que mais chamaram a atenção e pesaram na minha opção por aqui foi saber que eu poderia continuar amamentando ela, fosse indo lá ou trazendo o leite”, disse.


    Isso porque o berçário possui uma geladeira exclusiva para leite materno e uma lactarista para que as mães que quiserem possam ordenhar o leite, congelar, levar e ele ser dado ao bebê, com toda segurança, no período em que ele estiver lá. Outro ponto destacado por Isabelle é a possiblidade de poder acompanhar o dia a dia da filha, de onde estiver, através do sistema de câmeras com acesso restrito aos pais. “Eu fico muito tranquila em saber que ela está num lugar onde é tratada com carinho e tem uma estrutura muito boa”, afirmou.

    Ingrid: "toda estrutura pensada" (foto: Ayale Andrade)
    Para a pedagoga Ingrid Andrade, proprietária do Dona Cegonha, toda estrutura do berçário foi pensada para que não somente fosse um lugar onde os pais deixassem seus filhos com segurança, mas que cuidasse da primeira etapa da educação básica deles. “Nós contamos com uma equipe especializada formada por coordenadora pedagógica, pedagogas, educadoras, berçaristas, técnicas e auxiliares de enfermagem, musicista, fisioterapeuta, nutricionista e lactarista. Tudo foi projetado para garantir a segurança e o bem-estar dos pequenos - bebês de 3 meses a crianças de 3 anos”.

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    OBS.: Esse texto não é publieditorial. O Conversinha de Mãe esteve, a convite do berçário, visitando o local e conversando com algumas mães.

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    Para o ano de 2014, a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é que quase 12 mil novos casos de câncer em crianças e adolescentes sejam descobertos em todo Brasil. Infelizmente, a cada ano o número da doença tem aumentado, talvez não por maior incidência, mas, felizmente, porque tem sido mais diagnosticada. Para que o diagnóstico seja cada vez mais precoce – o que tem uma importância fundamental no tratamento –, no dia 23 de novembro é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil.



    A data foi instituída no ano de 2008. E, para enaltecer o dia, a Confederação Nacional de Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer (CONIACC), através das entidades associadas, promoverá o “Novembro Dourado”. Em Sergipe, a Associação dos Voluntários a Serviço da Oncologia em Sergipe (Avosos), realizará uma série de ações para divulgar o combate ao câncer infantojuvenil.


    O objetivo da campanha é alertar toda a sociedade para os sinais, sintomas e detecção precoce do câncer infantojuvenil. Além disso, a iniciativa também propõe estimular ações educativas e preventivas, sensibilizando a população para a causa da doença. Dos 11.840 novos casos de câncer em crianças e adolescentes estimados pelo INCA para o Brasil neste ano, 2.790 devem ocorrer apenas na região Nordeste. Até o momento, na Avosos já foram cadastrados 55 crianças e adolescentes. 


    De acordo com a oncohematologista pediátrica da Avosos, Daniella Amorim, um dos maiores desafios para quem trabalha com o câncer infantojuvenil é o reconhecimento dos sinais e sintomas. “A criança ou adolescente com câncer ainda passa muito tempo para ser diagnosticado, pois os sinais e sintomas se confundem ao de outras doenças prevalentes na infância. O que trabalhamos é para que os pais e profissionais de saúde possam ficar atentos para qualquer prevalência de sintomas e encaminhe o quanto antes o paciente a um ambulatório de triagem”, alertou a médica.


    Durante todo o mês de novembro, a Avosos realizará uma vasta programação para divulgação dos sinais e sintomas, além de distribuição de laços dourados. Visitas nas Unidades Básicas de Saúde, Unidades de Ensino e empresas farão parte das ações desenvolvidas pela entidade. Ainda nas atividades, no dia 19 acontecerá o Dia do Doador, iniciativa voltada para os contribuintes, voluntários e parceiros da instituição.


    Já no dia 26, acontecerá a 2ª edição do “Ciranda Interativa”, projeto que reunirá os pacientes que estão em tratamento oncológico e profissionais da instituição em um momento de integração. Para os dias 27 e 28 será realizado o VII Workshop de Combate ao Câncer Infantojuvenil com o tema central “Construindo Redes de Apoio para o Tratamento do Câncer Infantojuvenil em Sergipe”. E como grande novidade, o encerramento será no dia 30 com a realização da 1ª Corrida/ Caminhada Avosos Pela Criança com Câncer. O evento visa estimular a prática esportiva e ser mais uma forma de arrecadação para a instituição. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 79 3212 4700 ou através do site www.avosos.org.br.


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    Com informações da Ascom/Avosos


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